Para maioria dos colorados do mundo, um jogo qualquer em que perdemos dois pontos de maneira idiota em casa. Para os rojos de Grenalzito, uma das maiores emoções que um torcedor pode ter na vida.
Nem tenho como agradecer ao Nobre Camarada Adalberto PENTEADO Gonçalves pela recepção.
Só posso dizer que sonhei algumas vezes que estava dentro do gramado do Gigante. As vezes jogando, outras como técnico, outras ainda como um bandeirinha pronto para anular um gol dos azulinos em um GRENAL imaginário. Mas nunca havia pisado naquela grama sagrada de verdade.
Graças ao blog e às amizades que fizemos através de comentários infinitos, matando horas de trabalho, realizei este sonho. Uma pena que o Camarada Fabio HOTDOG Araujo não pode comparecer. Mas oportunidades não faltarão para, como disse o Gonça, colocar umas cadeiras de praia na saída do túnel e ficar falando de futebol, vendo o palco maior de nossa paixão.
Só posso agradecer.
Visão única
Visão do atacante ao deparar-se com goleiro de ENVERGADURA MORAL sem precedentes
84,97% do dinheiro da obra da reforma foi gasto pra fazer esta maquete!
Isso que é foto de Área de Trabalho do PC tchê!
Homenagem ao co-editor desta bagaça e fã incondicional de Juarez, o Roth.
Vejam o vídeo ATÉ O FIM (principalmente tu Mau), e em breve as fotos e o relato EMOCIONADO de quem pisou na grama mais sagrada do planeta pela primeira vez.
Prova cabal de planejamento a demissão do Renato. Também é um atestado de que imprensa e torcidas mudam de opinião a cada giro do ponteiro. E 99,97% dos cartolas trabalham de acordo com a opinião destes dois grupos da nossa SOCIEDADE CIVIL.
Mas só passei aqui pra dizer que no domingo último, acompanhei o camarada e memória futebolística mais do que privilegiada Raphinha no jogo Avaí e Fluminense, em Floripa. E o tricolor de Abel, Edinho e Conca ganhou pela diferença mínima (gol do genial Darío Conca, que ao vivo joga 760 vezes mais do que pelo tubo infecto de elétrons - TAS, Marcelo). Venceu com um jogador a menos desde meados da primeira etapa. Sem sofrer pressão, com várias chances de matar o jogo.
E o Grêmio ontem conseguiu achar um empate, em casa, contra este mesmo melancólico e NAUSEABUNDO Avaí. A culpa é do HEAD COACH ou da fraqueza do plantel? Voto na segunda.
Raphinha e cariocada congelando na tarde norueguesa da Ilha D'amagia. Eu como bom canoense estava de camisa de FÍSICA, calção tipo Copa de 82 e tênis Rainha (sem meia).
E daqui a pouco, Galo e Inter no MINEIRÃO (Arena do Jacaré = me recuso). Duelo sempre histórico entre dois times GIGANTES do nosso futebol. Um abraço Fabio! Amanhã análise do jogo.
Pensei em escrever sobre a situação política do clube. Mas sei lá... Pensei em escrever sobre quem deveria jogar. Mas sei lá... Pensei em escrever sobre como Falcão poderia armar a defesa. Mas sei lá... Pensei em publicar uma lista de dispensas e possíveis reforços disponíveis no mercado. Mas sei lá...
Aí pensei em perguntar pro Cléber Machado e pro Juca Kfouri o que eles acham da situação atual do Inter. Aí eles me mandaram esta foto...
Lembram de uma época em que nós, da Grenalzito Enterprise and Statistics Consultant, gastávamos horas e horas em tabulações, armazenamento e cruzamento de números e dados estatísticos da dupla GRENAL? Pois é, glorioso passado baby!
Agora a assessoria de comunicação do Inter, que aliás faz um baita trabalho, divulgou os números do primeiro semestre rubro. E eles, como todos sabem, mentem!
Ps.: Já adicionamos o jogo de ontem, aquele empate suado contra o time de Kleber Gladiador, Adriano Michael Jackson e Luan Santana. Os dados originais tu encontras AQUI.
Ontem a atenção ao jogo do Inter seria dividida com a peleia do litoral paulista. Enquanto o PENTACOLOR (quase um arco-íris, ui) "Veranópis" - assim dizia RÉGIS NESTRÓVSKI, o comentarista abominável - recebia o Inter alternativo, na Vila Belmiro o campeão da Copa do Brasil 2010 Santos media forças com o NAUZEABUNDO Palmeiras.
A intenção era dividir as atenções entre as contendas, mas RORRE FOSSÁTI, El Gargamel Fumador, voltou 60 anos no tempo-espaço e conseguiu transformar um jogo que tinha tudo para ser mais um, numa baderna sensacional.
Sabem o que é esquema tático "W M"? É o pai do 3-4-3 holandês! Fossati QUASE ensinou pra nossa juventude como funcionava essa belezinha. Lá no século XX (até meados da década de 50) o W M era quase um "5 atrás, 5 na frente". Vendo a escalação no empate de ontem, dava pra montar o time na parte ofensiva com D'Ale e Andrezinho nas meias, Thiago Humberto na direita, Taison na esquerda e Damião no meio. O jogo podia ser 5 a 0 pro Inter, como podia ser 3 a 3, 4 a 4... Fossati poderia ter "revolucionado" o futebol MUNDIAL do RS, mas aí mandou Mathias atuar na frente da zaga, Andrezinho de segundo volante, Thiago Humberto mais aberto pelo meio-campo, etc. Aquelas coisas do futebol moderno. E depois na coletiva nosso dono da casamata afirmou que só escalou o time daquele jeito por força das circunstâncias, sempre elas.
O que no papel era um W M virou um "pega a bola e toca no D'Ale". Uma pena.
Aliás, como é bom ver D'Alessandro jogando futebol. Pura técnica. Deixem os outros com objetividade, aplicação tática e preparação física. Para D'Alessandro reservem apenas a BOLA, que o resto ele faz.
Sobre a Libertadores: Quinta tem Cerro e Inter, em Rivera. A partir das 19 horas tem blogagem ao vivo aqui no bolicho. Segundo a imprensa, Giuliano sairá para entrada de D'Ale.
Ou seja: já que o negócio é sacar do time quem faz gol na competição continental (Nei guardou um golaço e não jogou em Quito), só falta tirar o POSTE9! Estamos no aguardo Gargamel!
Mais um empate em casa no Brasileirinhas '09. O QUARTO em casa!
Contra um time retrancado, só fazer "pressão" não adianta. É preciso chutar de longe (o Inter não fez), é preciso ter triangulações no ataque (jogadores isolados nos lados do campo), é preciso TREINAR, é preciso ter ALAS para utilizar três zagueiros...
Por jogos como este é que tu notas a ASPIRAÇÃO de um time em um campeonato de pontos corridos. O Inter está contentíssimo em figurar entre os quatro primeiros e assegurar uma vaga na Copa Libertadores.
Mas o INTER da frase acima são os dirigentes, a comissão técnica (?) e alguns jogadores. O VERDADEIRO Inter, a torcida Colorada, esperava este título mais do que tudo. Com esta "lucidez" vista em campo contra o rubro-negro do Paraná, o caneco fica inatingível.
Estatísticas Coloradas no Brasileiro:
29 jogos (51 gols pró / 36 Contra)
14 Vitórias (Corinthians 0 x 1 Inter; Inter 2 x 0 Palmeiras; Goiás 0 x 1 Inter; Inter 2 x 1 Avaí; Inter 3 x 0 Coritiba; Náutico 0 x 2 Inter; Inter 4 x 2 Fluminense; Inter 3 x 2 Barueri; Inter 3 x 0 Sport; Santo André 0 x 2 Inter; Inter 4 x 0 Goiás; Inter 3 x 0 Atlético MG; Avaí 0 x 2 Inter; Inter 3 x 0 Náutico);
6 Empates (Cruzeiro 1 x 1 Inter; Inter 0 x 0 Vitória, Inter 2 x 2 São Paulo; Santos 3 x 3 Inter; Inter 0 x 0 Flamengo; Inter 1 x 1 Atlético-PR);
9 Derrotas (Flamengo 4 x 0 Inter; Atlético-PR 3 x 2 Inter; Grêmio 2 x 1 Inter; Botafogo 3 x 2 Inter; Inter 1 x 2 Corinthians; Palmeiras 2 x 1 Inter; Inter 2 x 3 Cruzeiro; Vitória 2 x 0 Inter; Coritiba 2 x 0 Inter).
Já tão dizendo que EU carrego a MAUdição (trocadilho infame do Felipe para com a minha pessoa) do pé-frio só porque cobri três jogos pelo Grenalzito e não ganhei nenhum até agora.
ISSO NÃO é verdade.
A verdade é que o time NÃO ganha quando NÃO joga (beleza, às vezes até acontece). Mas o Grêmio não jogou ontem, no Olímpico, contra o Sport, sob meus olhares.
Logo ontem, quando praticamente madruguei no Monumental porque queria sentir todo um domingo de Grêmio. Almocei por ali, na volta, depois tentei me enturmar, apesar da indiada um tanto arredia e fui curtindo, vendo cada detalhe, cada gremistinha linda passeando de manto tricolor, cabelos ao vento, cintilantes como o sol que pairava sobre Porto Alegre.
No Preliminar, o barzão que esquenta a Geral e outros transeuntes tricolores, troquei uma ideia com o sósia oficial do Alex Mineiro. Careca, olhos fundos, fala mansa e mais de 30 anos. Era tão parecido que tentei arrancar a resposta dele, do porque jogara bem em anos anteriores, e há pouco, no Tricolor, não fizera nada.
Ele não sabia me responder exatamente. No fim, admitiu má vontade.
Desejei-lhe sorte e rumei para as arquibancadas inferiores do Olímpico meia-hora depois dos portões abrirem. Entrei esperançoso e confiante. Tinha certeza que o Grêmio não teria dificuldades para golear o Sport.
Só que nos primeiros 5 minutos de jogo deu pra perceber que as coisas não iam bem. Fazia muito calor em Porto Alegre, o sol queimava a grama e a impressão que passavam os jogadores do Grêmio é que todos desejavam estar em seus apartamentos climatizados.
Corriam pouco, davam poucas opções pra quem conduzia a bola. As exceções foram Maxi e Jonas, que buscaram a redonda no jogo todo.
Mário, um dos melhores zagueiros surgidos no Grêmio nos últimos tempos, teve tarde infeliz. Posicionou-se mal, quando teve a chance de avançar não foi, errou na saída de bola e cansou fácil. E por ali o Sport investiu e chegou com perigo.
Em pé na arquibancada, vi a Geral ainda cantante e pulsante, porém minguada. Via a tal Velha Guarda (foto lá em cima), do lado oposto, mais argentina ainda, pequeña, mas copera e alentadora. E dentro de campo, o time do Grêmio sonolento, desatento, não se importando com os 19 mil pagantes que o rodeava.
Então começaram as vaias, primeiro para Tcheco e Autuori, depois para Autuori e Thiego, no fim para todo o time. Até eu vaiei no final. Achei injusto um time caminhar em campo com tanta gente querendo e pagando para vê-lo correr. Me senti lesado, apesar de ter desfrutado por três vezes a emoção inigualável de comemorar um gol dentro do estádio. A hora tu enxergas a pelota morrendo na rede, o jogador do teu time correndo euforicamente com os braços levantados, o juiz apontando pro centro do gramado, o bandeira correndo naquela direção, a Geral fazendo a avalanche e teu berro saindo da garganta, parece que tu finalmente chegaste no céu.
O brabo é que o empate no fim deixa um gosto azedo e aquele velho sentimento de que a Libertadores do ano que vem será para assistirmos e não jogarmos. Ainda dá pra classificar, mas se os outros times jogam bem e ganham e o Grêmio joga mal e perde, a perspectiva não tem como ser animadora.
Olha que momento. Pena que Tchequito Maestro errou o canto. Ou seria Magrão que teria acertado?
Dia 10 de junho de 2007 (um domingo, segundo o calendário do Windows) choveu de balde. Deve ter chovido durante a semana também, mas esse fato me foge no momento. Assim como no último domingo em Porto Alegre, antes, durante e depois de Inter 0 x Falmengo 0. Impraticável o futebol naquelas condições. Porém mais impraticável ainda seria a Globo ficar sem o jogo programado para transmissão!
Nos quatro confrontos envolvendo o rubronegro carioca e o alvirrubro gaudério em 2009, equilíbrio nos resultados: 2 empates e uma vitória para cada lado. Só que a vitória do Inter eliminou o Flamengo da Copa do Brasil (2 a 1), e a do Flamengo no Rio foi uma goleada (4 a 0). Os outros jogos foram empates sem gols.
Não há condições de julgar alguma ação dos times ou dos treinadores neste jogo do dia 27 de setembro. O que restou deste domingo úmido foi mais um empate em casa (o terceiro), a perda de uma posição na tabela, o distanciamento pro líder (agora são 6 pontos de diferença para o Palmeiras de Muricy) e o descontentamento da torcida com Tite.
O vídeo é pra mostrar que num jogo atípico, ter um jogador extra-classe pode fazer a diferença. Contra o Santos em 2007 tínhamos Alexandre Pato. Hoje temos quem?
Figurante de A Vila, de M. Night Shyamalan
Estatísticas Coloradas no Brasileiro:
26 jogos (47 gols pró / 32 Contra)
13 Vitórias (Corinthians 0 x 1 Inter; Inter 2 x 0 Palmeiras; Goiás 0 x 1 Inter; Inter 2 x 1 Avaí; Inter 3 x 0 Coritiba; Náutico 0 x 2 Inter; Inter 4 x 2 Fluminense; Inter 3 x 2 Barueri; Inter 3 x 0 Sport; Santo André 0 x 2 Inter; Inter 4 x 0 Goiás; Inter 3 x 0 Atlético MG; Avaí 0 x 2 Inter);
5 Empates (Cruzeiro 1 x 1 Inter; Inter 0 x 0 Vitória, Inter 2 x 2 São Paulo; Santos 3 x 3 Inter; Inter 0 x 0 Flamengo);
8 Derrotas (Flamengo 4 x 0 Inter; Atlético-PR 3 x 2 Inter; Grêmio 2 x 1 Inter; Botafogo 3 x 2 Inter; Inter 1 x 2 Corinthians; Palmeiras 2 x 1 Inter; Inter 2 x 3 Cruzeiro; Vitória 2 x 0 Inter).
A intenção era só colocar esta imagem surrupiada da Globo.com e dizer que a situação tá tão feia quanto a lata do Danilo Silva. Como isso aqui não é Twitter (CLIQUE AQUI) pra ficar fazendo piadinha com 140 caracteres ou menos, vamos aos fatos recentes sobre o Colorado Gaudério:
1. Enfrentamos um time retrancado, com apenas um atacante, linha de 5 no meio, zaga lenta, mas com um toque de bola de mediano para bom e um goleiro muito bom. Nada que assustasse, certo? O problema é o TAL DO MOMENTO do Inter: chuta, arrisca, muda duplas de atacantes, de zagueiros (as vezes trios), mas nada surte o efeito esperado!
2. Quem diria que Giuliano seria o (alerta de TITÊS) PONTO DE EQUILIBRIO do Inter em 2009 hein? Esse povo do futebol muda mais de opinião que político em campanha!
3. Magrão avisou que não iria pro futebol SAUDITA, pois queria continuar no Inter para "fazer história no clube". Menos de um mês depois os petrodinheiros falaram mais alto. Ao final da carreira Magrão Maloka escreverá o livro "Como criar e destruir imagens públicas", com prefácio de Ronaldinho Gaúcho.
4. Edu, Kléber, Guina, Eller, Taison e Andrezinho jogaram bem. Índio, D'alessandro, Sandro estavam numa jornada pouco iluminada. Lauro, Danilo Silva e Alecsandro... Sem comentários!
Libera o homem Tite!
5. O goleiro PINTO da La U mais uma vez ENDURECEU o jogo em Porto Alegre (como fez com o co-irmão na primeira fase da Libertadores). O arqueiro não deve estar dando MOLE nos treinamentos, lá no Chile. E ainda teve a bola do Índio que bateu no PAU! Momento A Praça é Nossa!
6. Eu sei que pedi ALTERNÂNCIA de esquema tático, com o intuito de DESMANJAR o jogo Colorado. Mas pelo jeito Tite não consegue treinar dois tipos de esquemas (e utilizá-los). Se pelo menos tivessemos um jogador que conseguisse auxiliar o treinador dentro do campo na parte tática (começa com F)...
7. Se o FOCO é no Brasileirão, pra que time titular na Sul-Americana?
8. Jogo final de mês, com frio, chuva... e as 21:50 da madrugada? Coisa d'gênio!
Tem gente botando toda culpa na cola do Autuori. O que não tá errado, pelo menos no caso do jogo de ontem, empate em 1 a 1 com o Vitória, no Olímpico. Só que os jogadores também têm parte na atuação, não esqueçam disso.
Mais uma vez o Grêmio foi moribundo, xoxo. Nem Rochemback, que "acabou com a cordialidade nos treinos" (só não sei porque ela existia), mostrou virilidade dentro de campo, extenuadas duas ou três divididas massomeno.
E quando vi o Grêmio marcando de longe, aceitando as infiltrações do Vitória, vi (mas não quis acreditar) que a coisa iria ser complicada, diferente do que vinha acontecendo em casa. E até a torcida, exemplo de alento, murchou. Ouviu-se pouco pelos microfones do PFC além da narração empolgante daquele narrador de madrugadas boêmias que inventou o jeito mais tosco de se gritar “gol” na TV brasileña : é rediiii.
Enfim, o Grêmio fez dois jogos, contra Botafogo e Vitória, tão ruins que comecei a ficar assustado.
O Tricolor conseguiu repetir os 2.514 passes errados. A zzzzzzzaga, ou melhor, a defesa (a exceção de Mario Fernandes) deixou o grande Berola vir, entrar, deitar e rolar. Lúcio foi mal. Réver foi horrível, talvez o pior em campo. Adilson não jogou metade do que vinha mostrando. Rochemback foi normal, cansou no segundo tempo. E Túlio, com a faixa de capitão (!), não foi água nem vinho.
Falando nisso, devo dizer que demorei um bom tempo pra acreditar que Tcheco estava no banco. Eu gosto do gurizinho, o dublê do cara da série "Eu, a Patroa e as Crianças", mas prefiro ele entrando no segundo tempo, contra os caras cansados, do que o Maestro tendo que entrar pra arrumar as coisas nos minutos finais. Tudo bem que Tcheco vinha mal (fora de casa), mas não há no elenco tricolor alguém que o substitua à altura.
E tem mais. No segundo tempo, quando Autuori tirou Douglas Costa pra colocar Tchequito, errou, porque Souza estava muito mal na partida e merecia sair, mesmo sendo um cara diferenciado. E o guri deveria ter ficado, porque estava razoável, tentando ao menos.
Outra. Por que o Joilson entra SEMPRE? E cada vez numa posição diferente? Ora lateral, ora volante, ora meia de armação.
Sei que quando Autuori mandou o Joilson pro campo, tirou Túlio e deixou Rochemback com a língua arrastando nos garrão em campo. Errou de novo! Devia ter deixado o Túlio, que tem ritmo de jogo, tirado o Roca e colocado o Joilson, que seja. O erro estava no substituído mais do que no substituto.
Então, veja: não tinha defesa. Não tinha meio (Souza estava mal e Douglas Costa estava médio). E no ataque a bola não chegava. Jonas até tentava, mas saía demais da área, tinha que vir buscar e Perea se anulou. Quem entrou depois, entrou na média.
Não tem o que dizer, tá ficando cada vez mais complicado achar uma explicação. Só sei que foi uma jornada que NÃO devemos esquecer. Pelo menos pra NÃO repetí-la. Dos 12 pontos em 12 que tínhamos chance de fazer, já perdemos 4. Restam 6. TEM QUE FAZER 6, cacildis!
Adilsão segue como mejor jugador de Grêmio na linha ao lado de Réver. Regular, tem bom passe, arredonda as bolas no meio, joga de cabeça erguida
O juiz apita fim de jogo e eu recebo uma mensagem no celular de um amigo gremista.
“Assim não dá... Tcheco é passado... e esse técnico não serve... perdemos o jogo por causa dele hoje!” - e isso e aquilo.
Chego em casa, ouço a rádio. Todo mundo reclamando, dizendo que o Autuori mexeu mal, que o Grêmio perdeu um jogo que dominava, e isso e aquilo. Um absurdo ter empatado e não ganhado.
Começo a tentar me convencer disso. E minha mente diz o seguinte:
"Peraí. O Grêmio jogou mal pra cacilda esse jogo. Nunca vi o time errar tanto passe, entregar tanta bola para contra-ataque. O Grêmio foi sofrível ontem no Engenhão. Ameaçou jogar bem nos 5 primeiros minutos mas, visivelmente, o time está “derrotado” fora de casa. Já entra abalado, tenta ir pra cima, só que no primeiro viés que sofre, se abate, murcha, vira um time ruim e até o Botafogo, um time que briga pra não cair, connsegue marcar nossa saída de bola, consegue fazer pressão. É impressionante. Increíble. E tem mais: se não fosse a força e a ruindade do juizão, o Tricolor teria perdido o jogo. Não se esqueça que a bola do segundo gol (e que golaço!) do Jonas – que já tinha feito o primeiro (e que gol chorado! E engraçado!) – saiu pela linha de fundo antes do cruzamento do Mário Fernandes. Sem falar na mão do Adilson dentro da área que o árbitro - Rodrigo Martins Cintra - não deu pênalti. Pelo menos não perdemos fora".
A bronca de todos com Autuori é porque tirou Jonas (o artilheiro do time e vice-artilheiro do BR09) após o atacante ter feito dois golos na partida. Partida que já estava nos 15 minutos finais, o Grêmio vencia, e qualquer técnico faria aquilo. Jonas estava cansado e o Makelele entrou pra fechar o meio, segurar o Bota, dar uma retrancadinha. Que mal há nisso?
Tá certo que o Grêmio se recuou, chamou o Fogo, mas se não fosse aquela baga do Leandro Guerreiro desviar em alguém, todo mundo azul estaria festejando a primeira vitória fora agora.
Agora tem o Vitória em casa, o Náutico fora e o Fluminense em casa. A sequência segue boa. O Grêmio pode fazer 9 em 9. E se fizer, chega junto no G4.
O Inter fez um grande jogo ontem contra o Santos. Poderia até ter vencido, mas considero que o 3 a 3 fez justiça ao que foi o duelo.
Justo porque ambos os times tiveram chances de fazer 3 pontos. Nos primeiros 10 minutos parecia que o Inter iria vencer. Mas o Santos marcou dois gols embolados, em duas panes na zaga (a primeira, de Bolívar, bem maior) e o Colorado se perdeu.
Dos 15 aos 25 minutos do primeiro tempo, parecia que o Inter tomaria um balaio de gols. Mas fez um, em contra-ataque, numa jogada explêndia de Taison. Drible veloz, agudo, e passe preciso para o dono da noite: Alecsandro. O centroavante só empurrou para o barbante, marcando o primeiro dos três que faria no jogo.
E aí o Inter se arrumou, apesar de Andrezinho estar pouco inspirado, de Kléber pouco apoiar e de o estreante lateral-direito, Daniel, apresentar um futebol sofrível. Aliás, aqui cabe um parêntesis: não sei da onde veio, não sei quem é, mas se sua carreira depender deste jogo, o coitado está na pior. Não marcou, não apoiou, o segundo gol do Santos foi em cima dele, e no final ainda foi expulso. Que atuação!
Mas, com a cabeça no lugar, o Inter repetiu o Santos e embolou num gol de bola parada em seguida do primeiro, empatando a bagaça. 2 a 2 e jogo equilibradíssimo.
Lá e cá. Só que o Inter precisava de uma mexida pra ameaçar o Santos com mais perigo na etapa complementar. Mas sem D’Alessandro, suspenso, ficou sem opção para a vaga de Andrezinho, mal na partida. Tinha opção para Giuliano (Magrão), que também estava mal no segundo tempo, mas Tite não trocou de pronto. E não tinha opção para o desastrado Daniel, assim como não tinha opção para Alecsandro (não que ele devesse sair).
Outro parêntesis: aí me pergunto: cadê o elenco colorado? Este ataque anda capenga depois que Nilmar saiu. Capenga no sentido de não ter banco - gosto da dupla Taison e Alecsandro. O mesmo no meio. D’Alessandro foi afastado, suspenso, e o Inter não tem mais dois articuladores. Só resta Andrezinho. Pra um time que gasta 4 milhas por mês em salários no futebol é pouco, deficitário, não achas? Se bem que tem Edu chegando pra dar uma opção pro ataque. E Eller para ajudar a zaga. Mas e o meio? Bom, tem D’Ale voltando, o que não é pouco.
Bom, voltando pra partida. O empate foi bom pro Inter. Além de ser fora de casa, o time se manteve no G-4, mesmo tendo um jogo a menos, mesmo saindo perdendo o jogo de 2 a 0.
Se há algo amargo neste 3 a 3 para os Colorados, é o fato de que o Inter virou (e o Santos sentiu a virada), porém não segurou. O Inter mostra bom futebol. Foi assim contra na derrota para o Corinthians há poucos dias e em tantas outras oportunidades. Tem cancha pra chegar, apesar de eu não querer acreditar no título.
Tem grandes chances de se aproximar da liderança nos próximos jogos, contra Goiás e Atlético-MG, dois jogos de seis pontos no Beira Rio. Um divisor de águas? Depende. Se perder os dois, tragédia. Se ganhar os dois, glória.
O Grêmio defendia mal, marcava mal, jogava mal e repetia as atuações sonolentas e desinteressadas das partidas anteriores pelo Brasileirão fora de casa, nesta feita, contra o Palmeiras.
A zaga parecia a casa da mãe Joana. Diós mio, tava mais aberta que... tu sabe.
E o Palmeiras entrou no quintal de Victor como quis: por cima, por baixo, pelo meio e pelos lados. Era bola cruzada e Obina subindo livre pra cabecear. Umas três vezes, no mínimo.
Até que o baixinho Cleiton Xavier, de cabeça, entre Réver, Thiego e Léo, balançou os barbantes após cruzamento de Wendel, com toda liberdade que Jadilson o concedeu. Mas o Tricolor não se abateu e reagiu.
Por Deus, o Grêmio reagiu fora de casa, como foi capaz de reagir outras vezes no Olímpico!
Passou a jogar e, se tomou um sarandeio nos 30 minutos iniciais, foi dono do Parque Antártica nos últimos 15 minutos da etapa inicial, quando chegou ao gol com Maxi, de novo ele, autor de 7 tentos no BR09, tornando-se o artilheiro "gaúcho" na competição.
No segundo tempo o Grêmio seguiu bem, melhor até que o Palmeiras. Teve mais posse de bola, comandou o jogo (apesar do Palmeiras ter tido grande chance com C.Xavier) e só foi “sofrer” nos últimos 10 minutos, após Réver sair desmaiado de campo por causa de um choque cabeça-com-cabeça com Diego Souza.
Autuori já tinha trocado três vezes: Fábio Santos (machucado) por Jadilson, Thiego por Marques e Douglas Costa por Jonas e o Grêmio teve que manter o 1 a 1 com 10 em campo. Aliás, não sei se já escrevi, mas o Autuori geralmente melhora o time no vestiário. E não é impressão minha. Já escutei o Tcheco falando sobre isso umas duas vezes.
Desta vez, além de promover a entrada de Rafael Marques no lugar de Thiego (que tava tomando várias bolas nas costas), mandou Adilson colar em C.Xavier e este parou de jogar. Diego Souza também recebeu atenção redobrada e o Grêmio foi mais Grêmio do que vinha sendo longe de casa.
Pode ser uma reação à ridícula campanha de 4% (agora 8%) de aproveitamento como visitante. Só os próximos jogos dirão se sim ou se não. _____________________
Os números do BR 09 – Estamos em 7º
17 jogos
7 vitórias: Grêmio 2 x 0 Botafogo; Grêmio 3 x 0 Náutico; Grêmio 4 x 1 Atlético-PR; Grêmio 3 x 0 Corinthians; Grêmio 2 x 1 Inter; Grêmio 3 x 2 Santo André; Grêmio 4 x 1 Cruzeiro
4 empates: Grêmio 1 x 1 Santos; Fluminense 0 x 0 Grêmio; Grêmio 2 x 2 Goiás; Palmeiras 1 x 1 Grêmio
6 derrotas: Atlético-MG 2 x 1 Grêmio; Vitória 1 x 0 Grêmio; Sport 3 x 1 Grêmio; Coritiba 2 x 1 Grêmio; Avaí 1 x 0 Grêmio; São Paulo 2 x 1 Grêmio
Gol (29 pró / 20 contra): Maxi > 7 Jonas > 5 Souza > 4 Herrera > 3 Rafael Marques > 3 Tcheco > 3 Réver > 2 Fábio Santos, Alex Mineiro (já não joga mais no Grêmio) > 1
Hoje não tem nada sobre tática, esquemas, movimentações... Aqui quem fala é um torcedor que está quase contagiado pela apatia do time em campo. Quase. Mas no momento, no "pós-jogo", estou indignado demais para me manter blasé como a diretoria Colorada!
Dois dos clubes mais organizados do país, e que nos últimos 3 anos travam duelos emocionantes, mostraram o futebol mais burocrático do país, o mesmo que os dois vem desempenhando nos últimos meses.
O Inter no gramado está sem sangue, sem vontade, sem TESÃO. E não digo isso em função de RESULTADOS, mas sim de VONTADE DE JOGAR BOLA. Parece que se o Lauro fizer um gol de bicicleta aos 48 do segundo tempo, todo mundo vai achar NORMAL e vai voltar trotando para "guardar posição". Num time desses, D'alessandro só pode, como hoje, ser banco! Ele é muito VENAL (Dicionário Aurélio S/A) pros padrões atuais do Inter!
Nas finais da Copa do Brasil, por exemplo, o time jogou, pelo menos tentou, correu. BRIGOU, que seja (sou fã do D'ale e quem não gosta dele que vá assistir volêi de praia na TV)! Agora o que há em campo são duas ilhas (Guiñazú pela raça e Nilmar pelo esforço e técnica), e o resto é um grande arquipélago com águas MORNAS e CALMAS, nem marola de vontade fazem mais.
Hoje ocorreu exatamente a MESMA COISA que no jogo contra o Fluminense (2 a 0, depois empate, EM CASA), com a diferença que Tite foi mexer no time com 35 do segundo tempo, e colocou Taison aos (fico até envergonhado de escrever isso...) 42 da etapa final.
E Tite... O que dizer? Se a única maneira de injetar um mínimo que seja de VIAGRA motivacional nesse grupo é demitir Adenor, que se rasgue o planejamento.
Prefiro perder lutando até o fim (como foi na Copa do Brasil) do que ganhar (ou empatar) jogando bola como quem trabalha meio turno na prefeitura. E recebe salário de marajá!
"Comigo a partir de agora só joga quem for bom menino, escovar os dentes antes de dormir e correr em velocidade MODERADA!"
Ficou provado que vencer o Cruzeiro por 2 a 0 era possível.
O Grêmio foi melhor até tomar o primeiro gol. Teve chances outra vez. Desperdiçou novamente.
Pergunto mais uma vez: como pode um time perder tanto gol?
O Cruzeiro, com a vantagem obtida na primeira partida, esperou o Grêmio e saiu nos contra-ataques.
Jogou com o regulamento embaixo do braço, como gostam de dizer.
E há um monte de “se” pra serem lamentados pela torcida tricolor.
Se tivesse marcado os gols do primeiro jogo.
Se não tomasse os dois do Cruzeiro.
Se o Herrera tivesse jogado em BH.
Se o Tcheco ainda fosse o mesmo.
Se o Kléber não decidisse.
Em uma bola, o Gladiador girou em cima de Fábio Santos, entrou na área e deu o gol pro Paulista. Outra vez ninguém foi pra cima, ninguém o parou, ninguém fez a falta.
Como?
Grêmio e Cruzeiro são iguais. Tanto um quanto o outro poderia ter passado.
E isso é o que sobra de alento. Se tivemos chance de brigar com eles, temos um time que pode chegar no Brasileirão também.
É o que resta aos tricolores.
Por outro lado é fato que o Grêmio carece de laterais (mas quem não?). E o Tchequito, mi amigo, donde está? Dois jogos decisivos, duas vezes sumido.
Pero, soy, soy de Grêmio. E o sentimento não vai parar!
A torcida foi magnífica. Incentivou e cantou para o time até depois da desclassificação. É, sem sombra de dúvidas, a melhor torcida do Brasil.
Teve problemas pra entrar no estádio. Teve gente, inclusive, que entrou no intervalo, por erro da direção, descaso com a torcida.
Um absurdo! ____________________ Os números da partida:
O Grêmio teve cinco chutes a gol antes da primeira chance do Cruzeiro, justamente o primeiro gol mineiro.
Em seguida, ainda com o Grêmio abatido, o segundo gol deles.
No segundo tempo o Grêmio voltou melhor outra vez. Teve uma chance e na sequência fez o primeiro.
Aí o Cruzeiro teve uma chance que resultou na expulsão de Adilson (!).
Depois o Tricolor teve mais duas chances, a oitava e nona no jogo.
E veio o segundo gol Tricolor na décima chance.
Por fim, mais uma chance do Cruzeiro.
Deu. Ilso.
Wagner não jogou. Assim como Ramirez ou Marquinhos Paraná.
Krieger fora
Deve ser anunciada hoje a saída de André Krieger do departamento de futebol. Não sentirei saudade.
* Dossiês, dirigentes, arbitragem, comentaristas oportunistas de TV... RARAMENTE, quase 0% das vezes eu escrevo sobre isso aqui. E vou tentar continuar assim. Porque eu ainda acredito (me engano na verdade...) que futebol é O JOGO MAIS BALA DO MUNDO, que ainda é decidido dentro do campo, NA BOLA, e é ganho por quem JOGA MAIS BOLA, ou por quem LUTA MAIS DENTRO DE CAMPO. O resto é desvio. *
ESTAREMOS CONTIGO, sempre!
Coisas que disse depois do primeiro jogo:
- A marcação do Inter foi muito boa, mas a do Corinthians foi espetacular. - Muito bem também foi a zaga Corintiana. - Felipe está em momento especial. Fez 3 defesas (falta do Andrezinho, chute do Guina - ! - e a bola do Taison) sensacionais.
Neste segundo jogo a marcação corintiana foi PERFEITA. Sufocante, com calma, esperando, eliminando os pontos de saída de bola do Inter, deixando os homens de meio campo sufocados e os atacantes isolados.
E a zaga alvinegra foi espetacular também. Zagueiros firmes e jogando com uma seriedade que eu não via faz tempo. Laterais móveis e com SINCRONIA DE MOVIMENTOS (Titês Magnata!). E um goleiro que fez mais 3 milagres (chutes do Nilmar no primeiro tempo e cabeçada no pé da trave, no segundo), como no primeiro jogo.
O título do Corinthians foi merecido e conquistado a partir de uma equipe sólida e compacta na marcação, com um aproveitamento de contra-golpes muito alto e extremamente CONSCIENTE em campo. Foi uma grande final, que deixa lições para todo Colorado. É preciso saber porque perdemos, assim como nas vitórias é preciso ter consciência do porque ganhamos (meio Luxemburgo essa frase, foi mal). Faltou movimentação e inspiração para fugir da marcação ENCAIXADA e ESTUDADA do Corinthians. Mas nunca faltou TRANSPIRAÇÃO, GARRA e LUTA para esse time do Inter, esta torcida GIGANTE e este clube CENTENÁRIO. Se as atitudes não foram as mais acertadas, pelo menos foram TOMADAS ATITUDES!
Baixinho desgraçado, melhor em campo DE NOVO!
Agora TUDO É BRASILEIRO, o título do ano! Não direi que a Copa do Brasil não era importante, porque isso é uma MENTIRA sem tamanho. Chegamos à final e perdemos para um grande clube com uma torcida sensacional, e que não merece que algumas pessoas usem e jogue seu nome em maracutaias e afins. Agora é virar a página, aprender a lição e seguir em frente.
Deixo para vocês declarações do nosso Capitão Guina, que fala algo que a gente já vem dizendo há bastante tempo aqui no blog. Retirado do ClicRbs:
Guiñazu analisou ainda o desempenho do Inter, e disse que a equipe é muito visada pelos adversários, que estudam sua maneira de jogar:
– Não sei se o Inter caiu tanto. Os adversários jogam, estudam nosso jogo, sabem marcar. Não existe mais pelada. O Brasil foi à final e se complicou com os EUA. Futebol é isso. É competitividade. Nós estamos tranquilos porque temos qualidade e vamos nos recuperar. Temos orgulho porque caímos de pé. Falo que hoje tem muita gente vendo nosso estilo de jogo. Toda final é complicada, é dura. É mais estudada que um jogo comum. De 64 times chegamos a uma final.
O volante argentino avaliou ainda o impacto de encerrar o 1º tempo perdendo por 2 a 0, mas buscar o empate na etapa final.
- Entramos o 2º tempo com a moral lá no chão. Empatar o jogo nos deixa um grande orgulho, honramos a camisa do Inter, e vamos continuar a vida, o campeonato, com mais treino e coisas para brigar – afirma.
Campanha Vice-Campeã na Copa do Brasil 2009:
12 jogos (21 gols pró / 9 gols contra)
3 Derrotas (União Rondonópolis 1 x 0 Inter; Coritiba 1 x 0 Inter; Corinthians 2 x 0 Inter);
2 Empates (Flamengo 0 x 0 Inter; Inter 2 x 2 Corinthians)
7 Vitórias (Inter 2 x 0 União Rondonópolis; Guarani 1 x 2 Inter; Inter 5 x 0 Guarani; Náutico 0 x 3 Inter; Inter 2 x 0 Náutico; Inter 2 x 1 Flamengo; Inter 3 x 1 Coritiba)