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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Glaucoma, miopia e catarata


Porque um time escalado com dois atacantes (Damião e Gilberto) joga no 4-2-3-1? Oscar, D'Ale e Gilberto sem a bola ficavam EM LINHA marcando os volantes e zagueiros do Flamengo. E com a bola, D'Ale distribuía, enquanto Oscar e Gilberto abriam até os limites da linha lateral, isolando Damião. Com isso Alex Silva individualizava no Demonhão e Wellinton ficava na sobra. E mesmo quando o Inter adiantou a marcação, assim que roubava a redonda, os "meias-atacantes" abriam, nunca verticalizando, ou fazendo a diagonal para receber dentro d'área.

Porque um time com Negueba (atacante), Diego Maurício e Deivid (centroavantes) não escala nenhum dos três, isola um PONTEIRO como referência e coloca os dois meias "pensadores" de jogo pelos lados? E fica sem criação ou retenção de bola, perdendo durante os 90 minutos a meia-cancha? Se a aposta é essa coisa ridícula de "confundir a marcação" por não ter ninguém para marcar nos setores, seria caso para demissão sumária do treinador (sic).

Moral da história: Dorival poderia ter substituído um volante por um atacante, pois em nenhum momento o Flamengo teve um meia criador para Guina ou Tinga marcarem. E o Flamengo poderia substituir um meia por um centroavante, para reter a bola no meio.

Ou seja, os caras realmente atiram as camisas pra cima e quem tem um ou dois jogadores que conseguem PENSAR em campo, ganha o jogo.

Sulamericana 2012, aí vamos nós!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Infiltrado em Inter X Flamengo

O editor do Grenalzito deve ta PUTO comigo. O texto que prometi pra segunda chega só hoje e, admito, meio de segunda também. Mas tenho desculpas boas.

1º - não levei o computador como planejava. No hotel que fiquei mal tinha cama, quem dirá um PC decente para digitar meia-dúzia de parágrafos.

2º - no shopps a internet custa mais que o almoço e eu já tinha gasto os tubos pra ir até o Olímpico, onde me obrigaram a comprar um manto de mangas longas, mais um DVD e um livro.

3º - hoje eu ainda não vi a cor de descanso depois de passar a noite dormindo no busão, que é mesma coisa que dormir na escada. Imagine.


Ma bueno, vámonos.


Eu jurava que o melhor elenco do Brasil podia jogar mais que isso

Cheguei abrindo o mar vermelho tal qual Moisés. Cruzei no meio de centenas (vá lá, eram uns cinquentinha) colorados para chegar às primeiras posições do grid da rampa que dá acesso às sociais do Beira-Rio.

Pra quem não conhece, ou nunca prestou a atenção nisso, o Beira-Rio, estádio que vai receber a Copa em 2014, tem só uma meia-água nas imediações da avenida Padre Cacique (eu sei que eles vão reformar). Por isso, eu e mais aqueles cinquentinhas de blusa vermelha e capa de chuva transparente, nos espinhávamos na rampa para, no momento que o brigadiano desse o sinal verde, voarmos subida acima para chegar na linha de chegada, quero dizer, na meia-água antes de todo mundo e poder ver o jogo sob o “bonezinho” do estádio.

No minuto seguinte me vi no meio de um milhar de colorados (que deve ser a capacidade do bonezinho), entre eles meus pais, Erni e Ivânia. Aliás, uma centena dos bermeios presentes ali eram oriundos de Itapiranga e São João do Oeste, duas cidades incrustradas no Velho Oeste Catarinense, onde a maioria é gremista, tenho certeza.

Era visível a incapacidade de jogo devido ao gramado empapado. Diz o professor Ruy Carlos Ostermann que até a Grobo já tinha aberto mão de transmitir a partida, mas o Inter tava de viagem marcada para segunda e, segunda, afinal, também iria chover, dizia aquela gostosa do tempo.

Então, pra alegria dos meus pais, que fizeram 600km pra ver o Inter entrar em campo, não interessa como, e após os figurantes de A Villa (como bem lembrou o Felipe) fazerem papel de Bozo, Flamengo e Inter se boliaram pro campo e dali pra frente só deu pra ver o que vocês assistiram pela TV.

Nada diferente de balão de Lauro, disputa no meio, falta. Balão pra frente mirando em Adriano, que no meio de Eller e Índio pouco conseguia fazer, mesmo que por vezes ganhasse uma na força e falta para o Inter. E dê-le bago. Dê-le carrinho. Dê-le falta. Golo mesmo, nenhum. Nem mesmo um irregularzinho. Nada.

E eu ali, no meio da indiada. Quieto, fones no ouvido. Até quando o Grêmio fez o gol lá no Serra Dourada não pude vibrar. Só baixei a cabeça, escutei o cara do meu lado gritar raivosamente “putamerda!” e cochichei pra minha mãe, à esquerda. “Gol do Grêmio!!!!!!”.

Segui calado, esperando o crime flamenguista, mas sabia que era quase impossível. Daqui a pouco, gol do Goiás. Todo estádio vibra e grita. Até a popular, que andava no volume 5, sobe pro 8.

Sigo na moita. Já tinha colorado pedindo a cabeça de Tite, o Maycon havia sido vaiado antes da partida começar e Alecsandro começava a incomodar (a torcida do Inter, é preciso dizer). Mas tchê, não DAVA pra jogar. Ninguém. O Pelé não jogaria. EU não JOGARIA.

Acaba o jogo e chove mais... VAIAS. Todo mundo foi vaiado, o que considerei injustiça, dadas as comprovações do parágrafo anterior. Mas há que se dizer: cerca de 12 mil pagantes no estádio com aquele tempo, é algo louvável.

Não foi desta vez que pude ver as mazelas e as belezas do esquadrão bermeio. Mas voltarei, até porque, nem intimidado fui. Passei trankilo, pisando em ovos, mas trankilo por lãs bandas Del Lago Guaíba.

Domingo que vem a missão é Tricolor. E tudo começa ainda nesta semana, com mais um texto. Só não vou marcar dia, que da última vez que fiz isso quase perdi meu emprego no Grenalzito.



Adiós!

Faltou o Phelps

Dia 10 de junho de 2007 (um domingo, segundo o calendário do Windows) choveu de balde. Deve ter chovido durante a semana também, mas esse fato me foge no momento. Assim como no último domingo em Porto Alegre, antes, durante e depois de Inter 0 x Falmengo 0. Impraticável o futebol naquelas condições. Porém mais impraticável ainda seria a Globo ficar sem o jogo programado para transmissão!

Nos quatro confrontos envolvendo o rubronegro carioca e o alvirrubro gaudério em 2009, equilíbrio nos resultados: 2 empates e uma vitória para cada lado. Só que a vitória do Inter eliminou o Flamengo da Copa do Brasil (2 a 1), e a do Flamengo no Rio foi uma goleada (4 a 0). Os outros jogos foram empates sem gols.

Não há condições de julgar alguma ação dos times ou dos treinadores neste jogo do dia 27 de setembro. O que restou deste domingo úmido foi mais um empate em casa (o terceiro), a perda de uma posição na tabela, o distanciamento pro líder (agora são 6 pontos de diferença para o Palmeiras de Muricy) e o descontentamento da torcida com Tite.

O vídeo é pra mostrar que num jogo atípico, ter um jogador extra-classe pode fazer a diferença. Contra o Santos em 2007 tínhamos Alexandre Pato. Hoje temos quem?

Figurante de A Vila, de M. Night Shyamalan

Estatísticas Coloradas no Brasileiro:

26 jogos (47 gols pró / 32 Contra)

13 Vitórias (Corinthians 0 x 1 Inter; Inter 2 x 0 Palmeiras; Goiás 0 x 1 Inter; Inter 2 x 1 Avaí; Inter 3 x 0 Coritiba; Náutico 0 x 2 Inter; Inter 4 x 2 Fluminense; Inter 3 x 2 Barueri; Inter 3 x 0 Sport; Santo André 0 x 2 Inter; Inter 4 x 0 Goiás; Inter 3 x 0 Atlético MG; Avaí 0 x 2 Inter);

5 Empates (Cruzeiro 1 x 1 Inter; Inter 0 x 0 Vitória, Inter 2 x 2 São Paulo; Santos 3 x 3 Inter; Inter 0 x 0 Flamengo);

8 Derrotas (Flamengo 4 x 0 Inter; Atlético-PR 3 x 2 Inter; Grêmio 2 x 1 Inter; Botafogo 3 x 2 Inter; Inter 1 x 2 Corinthians; Palmeiras 2 x 1 Inter; Inter 2 x 3 Cruzeiro; Vitória 2 x 0 Inter).

sábado, 26 de setembro de 2009

Na casa do inimigo


As obras de carpintaria aqui no escritório do Grenalzito não me deixaram avisá-los antes desta maravilha jornalística.

Mas, se tu estás lendo estas apressadas linhas, saberás que neste domingo, a partir das 14 horas, estarei em território inimigo para assistir a Inter X Flamengo, que começa às 16 horas.

Irei na social, no meio dos corneteiros bermeios e descobrirei TODAS as agruras, todas as LAMENTAÇÕES da vermelhidão gaudéria. Serei um gremista/jornalista espião, INFILTRADO, e trarei as impressões daquilo que verei ainda na segunda-feira pra vocês, caros leitores.

Para os gremistas de plantão, mando um alento: contra o Sport, no outro domingo, estarei no Monumental da Azenha, com mucho más gusto.

Em tempo, os palpites para o final de semana:

Barueri 1x1 Cruzeiro
Palmeiras 1 x 0 Atlético-PR
São Paulo 1 x1 Curíntia
Coxa 2 x 1 Náutico
Goiás 0 x 1 Grêmio
Fluminense 1 x 0 Avaí
Inter 1 x 2 Flamengo
Atlético-MG 2 x 0 Santos
Botafogo 1 x 1 Vitória
Sport 0 x 0 Santo André

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Aqui NÃO!

A foto da semana

Não vibro só com gols, até porque nem só deles são feitos os grandes jogos de futebol. Vibro, e bastante, quando um zagueiro desarma um atacante com um carrinho voador, ou quando um goleiro livra o time de perder operando milagres.

Geralmente, nestes lances de defesa, grito com vontade: Aqui não, seu pelado! E ontem, contra o Flamengo, aproveitei pra treinar bem o chavão (vai que um dia eu vire um narrador, que tal? Vou poder lançar esta!).

Friamente, índio missionero, o Grêmio só não perdeu para o ajeitado Flamengo porque o Victor, Ave Victor, salvou a pátria tricolor. Aquelas cinco/seis defesas impossíveis que ele fez, nos deu tempo para errar, voltar para o jogo e virar. Enquanto isso, o Victor ia salvando, derrubando imperadores e xeiques, além de seus oreias secas.

Aos fatos: O Grêmio abriu o placar quando a peleia tava parelha. Mas o Flamendo tava bem, chegando, jogando no espaço (e que espaço) nas costas do Jadilson. Sem falar que nossa zaga não tava lá aquelas coisas.

E numa dessas, só que do outro lado, o direito da defesa tricolor, apareceu Everton,
livre como uma borboleta, pra receber passe preciso de Adriano, pelo meio da zaga. Empate. Justo.

Aí vieram as chances do Flamengo. O Grêmio tava meio perdido, com furos na defesa, apesar de Réver estar bem na posição de cabeça-de-área.

Esta opção, ao lado da entrada de Bruno Colaço na lateral-esquerda foram as boas notícias do jogo, além da vitória e de Victor, claro. Colaço preencheu bem o setor, correu muito e esteve algumas vezes, com qualidade, na frente. É guri, e por isso temos que esperar pra ver se dá certo.

Réver, de volante, foi um gigante. Ninguém duvida de sua qualidade e, talvez, seja uma boa ser aproveitado ali. No próximo jogo, quarta-feira, 19h30, na Vila Belmiro contra o Santos, os dois estarão em campo desde o primeiro minutos, isto é certo.

O que não deu pra entender foi a mudança de Autuori. Tirar Douglas Costa, mesmo que este não estivesse uma maravilha, pra por Joilson, não colou. Joilson esteve perdidaço em campo. Ora tava na lateral, ora de volante, ora de meia, ora na ponta esquerda. Não se encontrou, mas cavou o segundo pênalti, não podemos esquecer.

No balanço de tudo, o Grêmio teve sorte e competência dentro do Olímpico, como sempre neste ano. Ainda falta isso fora de casa. Infelizmente, tenho que repetir isso outra vez.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Grêmio X Flamengo

El Ciclón volvió

Faz umas duas semanas que se falava em ziquizira pras bandas do Guaíba. Era Índio chegando atrasado pra treinar, lesão daqui, D’Alessandro treinando separado dali, Guiñazu apartando briga no vestiário e por aí foi.

Passa um tempo, os vermelhos ganham a Suruga, fazem três pontos em cima do Sport e o Grêmio ameaça reagir contra o Palmeiras, mas sucumbe frente ao homônimo de Barueri. Acaba o jogo e Tcheco, Souza, Adilson e Autuori remetem opiniões em direções contrárias, cruzando fogo amigo. Maxi sai no intervalo com uma “lesão que não preocupa”.

De volta a Porto Alegre, Autuori quebra a mesa, põe ordem na casa e monta um remendão pra enfrentar o Flamengo de Andrade neste domingão. Pra piorar, a lesãozinha de nada do Maxi vira uma parada de um mês cheio, isso sem falar que horas antes desta nova, colunistas vendem nosso atacante para o estrangeiro pela bagatela de 1,5 milhão de Euros, sendo que a multa, na verdade, custa 25 mil doletas.

Agora o ataque terá Perea, que não joga faz tempo, e Jonas, o preterido. Douglas Costa jogará no meio, ao lado de Adilson, Túlio e Réver, deslocado a posição de volante de contención. Pode dar certo? Pode, óbvio, o futebol é uma tampinha de surpresa.

Pero, sinceramente, cumpadre, vejo a coisa preta. Tomara que seja da cor d'El Ciclón!
______________________
Como o palpite é quase uma regra aqui e eu jamais apostarei em derrota do Tricolor, jogo um 1 a 0, mas só porque a partida é no Olímpico e o Grêmio ainda tem a melhor campanha de todos em casa.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Bye Bye invencibilidade

Desfalques, desgaste, acúmulo de partidas decisivas... Nenhuma destas desculpas são 100% cabíveis. O que está acontecendo com o Inter, muito mais rapidamente do que todos esperavam, atende pelo nome de ULTRA EXPOSIÇÃO MIDIÁTICA. E da tão falada, aqui no Grenalzito desde a fundação do blog, FALTA DE VARIAÇÃO TÁTICA. Explico.

O esquema de jogo e a parte tática da equipe Colorada são quase sempre iguais. 4-4-2 que varia de: Duas linhas de 4 jogadores na defesa e no meio e dois atacantes mais soltos e flutuantes; Ou meio campo em losango, com liberdade para um lateral e um mais defensivo, dependendo da equipe adversária. E ataque igualmente flutuante, tendo como diferencial um dos vértices do losango que se junta a dupla de AVANTES (bonito isso), abrindo espaços e gerando tabelas.

O problema é que desde a campanha vitoriosa na Sul-Americana do ano passado estas são as ÚNICAS MANEIRAS do time jogar. Quando temos os trios D'ale-Taison-Nilmar e Sandro-Guina-Magrão, pela qualidade e entrosamento das peças, dificilmente o adversário consegue neutralizar o esquema tático. Quando algum desses jogadores é substituído (e com isso cai a qualidade e principalmente a mecânica da movimentação de jogo), o sistema desaparece. O Flamengo já havia neutralizado de maneira muito eficiente nossas jogadas mais agudas na Copa do Brasil, mas a qualidade do time do Inter prevaleceu. Ontem no Maracanã, dos 6 citados anteriormente só haviam dois, e Guina jogando em outra posição no meio-campo. Aí preteia os zóio da gatiada, naturalmente.

Maloka tá fazendo falta (no lance aí e no time agora)!

Além disso, o time do Inter passou o semestre inteiro sendo estudado, aparecendo constantemente nos principais programas esportivos de todo o país, etc... Com isso acontece o que houve com o São Paulo nesse primeiro semestre de 2009: todo mundo que acompanha um pouco futebol já sabia exatamente as jogadas principais do time do Muricy, e pior, já sabia AS VARIAÇÕES! Quando não há surpresa pro adversário a marcação encaixa. E preso na marcação e sem talentos individuais (entrosados, coisa que não ocorreu no São Paulo desse ano), como foi o Inter ontem, a equipe some em campo. E assim como o Corinthians semana passada, o Flamengo marcou muito ontem. Mas com certeza só a marcação imposta pela equipe carioca não justifica a partida ATÍPICA e APÁTICA do Inter.

Parabéns Giuliano, Alecsandro, Danilo, Álvaro, Marcelo Cordeiro e Leandrão, vocês COSEGUIRAM manter no cargo um técnico que nem escalar o time titular consegue mais!

Ps.: Magrão segue fora, por lesão, e não enfrentará a LDU no primeiro jogo da decisão da RECOPA SUL-AMERICANA, no Gigante da Beira-Rio, quinta-feira. Mais sobre o jogo durante a semana.

Giuliano tentando vaga como ENTREGADOR de Pizza na Cidade Maravilhosa.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Informações

Time (provável) do Inter no jogo de domingo, às 18:30 DE NOVO, contra o Flamengo na terra de Anthony Piazinho:
Lauro; Danilo, Índio, Álvaro e Marcelo Cordeiro; Sandro, Magrão, Guiñazu e Andrezinho; Taison e Alecsandro.

Time (provável) do Flamengo:
Bruno, Welliton, Williams e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Ibson, Toró, Éverton e Juan; Aleílson e Adriano.

Palpite:
2 a 1 Inter, pra afastar o olho GORDO! E o Taison vai guardar um! E o Cuca...

Bom, vi uma matéria no globo esporte hoje que beira o estapafúrdio: 6 jogadores, os mais MAGNATAS do elenco, BANCARAM o salário de um atacante DISPENSADO pelo treinador. E o Cuca teve que aceitar o garoto Alex Alguma Coisa até o final do ano de volta ao elenco! Com o salário pago por Adriano, Pet, Leo Moura, Ibson e mais dois menos cotados.

Ou seja, o Inter não tem como derrubar o Cuca, pois ele nem treinador do Flamengo é mais! E é assim que a banda toca lá no Rio 40º graux;

E lembrando a seqüência de jogos do Inter até o segundo jogo da final da Copa do Brasil: Flamengo, LDU (primeiro jogo da decisão da Recopa) e Coritiba em casa pelo Brasileiro. TESTE PRA CARDÍACO AMIGO! É a semana mais importante do ano, portanto vamos empurrar o time, e que a direção e a comissão técnica façam um planejamento bala para essas últimas semanas de junho e primeiro dia de julho.

Estatísticas Vermelhas no ano:
39 Jogos (94 gols pró / 26 gols contra);

6 Empates (Inter 0 x 0 Santa Cruz; Ypiranga 0 x 0 Inter; Juventude 3 x 3 Inter; Flamengo 0 x 0 Inter; Cruzeiro 1 x 1 Inter; Inter 0 x 0 Vitória);

4 Derrotas (União Rondonópolis 1 x 0 Inter; Figueirense 3 x 1 Inter; Coritiba 1 x 0 Inter; Corinthians 2 x 0 Inter);

29 Vitórias (São José 1 x 3 Inter; São Luiz 0 x 1 Inter; Inter 4 x 0 Sapucaiense; Inter 4 x 1 Ulbra; Grêmio 1 x 2 Inter; Inter 5 x 1 Caxias; Inter 2 x 1 Ulbra; Inter 2 x 0 Novo Hamburgo; Inter 2 x 1 Grêmio; Inter 2 x 0 União Rondonópolis; Inter 4 x 0 Veranópolis; Brasil de Pelotas 0 x 7 Inter; Inter 1 x 0 Inter-SM; Inter 4 x 1 Novo Hamburgo; Esportivo 2 x 6 Inter; Inter 3 x 0 Avenida; Inter 2 x 1 Grêmio; Guarani 1 x 2 Inter; Inter 4 x 0 Ulbra; Inter 8 x 1 Caxias; Inter 5 x 0 Guarani; Náutico 0 x 3 Inter; Inter 2 x 0 Náutico; Corinthians 0 x 1 Inter; Inter 2 x 1 Flamengo; Inter 2 x 0 Palmeiras; Goiás 0 x 1 Inter; Inter 3 x 1 Coritiba; Inter 2 x 1 Avaí).

Minha primeira camiseta do Inter, presente do meu Avô! Essa ainda tinha o ramo entre as estrelas, simbolizando o título invicto de 79! Ao lado meu irmão gremista e ovelha negra da família e meu pai. Tava há tempos pra postar essa foto, então taí!