Não vibro só com gols, até porque nem só deles são feitos os grandes jogos de futebol. Vibro, e bastante, quando um zagueiro desarma um atacante com um carrinho voador, ou quando um goleiro livra o time de perder operando milagres.
Geralmente, nestes lances de defesa, grito com vontade: Aqui não, seu pelado! E ontem, contra o Flamengo, aproveitei pra treinar bem o chavão (vai que um dia eu vire um narrador, que tal? Vou poder lançar esta!).
Friamente, índio missionero, o Grêmio só não perdeu para o ajeitado Flamengo porque o Victor, Ave Victor, salvou a pátria tricolor. Aquelas cinco/seis defesas impossíveis que ele fez, nos deu tempo para errar, voltar para o jogo e virar. Enquanto isso, o Victor ia salvando, derrubando imperadores e xeiques, além de seus oreias secas.
Aos fatos: O Grêmio abriu o placar quando a peleia tava parelha. Mas o Flamendo tava bem, chegando, jogando no espaço (e que espaço) nas costas do Jadilson. Sem falar que nossa zaga não tava lá aquelas coisas.
E numa dessas, só que do outro lado, o direito da defesa tricolor, apareceu Everton,
livre como uma borboleta, pra receber passe preciso de Adriano, pelo meio da zaga. Empate. Justo.
Aí vieram as chances do Flamengo. O Grêmio tava meio perdido, com furos na defesa, apesar de Réver estar bem na posição de cabeça-de-área.
Esta opção, ao lado da entrada de Bruno Colaço na lateral-esquerda foram as boas notícias do jogo, além da vitória e de Victor, claro. Colaço preencheu bem o setor, correu muito e esteve algumas vezes, com qualidade, na frente. É guri, e por isso temos que esperar pra ver se dá certo.
Réver, de volante, foi um gigante. Ninguém duvida de sua qualidade e, talvez, seja uma boa ser aproveitado ali. No próximo jogo, quarta-feira, 19h30, na Vila Belmiro contra o Santos, os dois estarão em campo desde o primeiro minutos, isto é certo.
O que não deu pra entender foi a mudança de Autuori. Tirar Douglas Costa, mesmo que este não estivesse uma maravilha, pra por Joilson, não colou. Joilson esteve perdidaço em campo. Ora tava na lateral, ora de volante, ora de meia, ora na ponta esquerda. Não se encontrou, mas cavou o segundo pênalti, não podemos esquecer.
No balanço de tudo, o Grêmio teve sorte e competência dentro do Olímpico, como sempre neste ano. Ainda falta isso fora de casa. Infelizmente, tenho que repetir isso outra vez.
Geralmente, nestes lances de defesa, grito com vontade: Aqui não, seu pelado! E ontem, contra o Flamengo, aproveitei pra treinar bem o chavão (vai que um dia eu vire um narrador, que tal? Vou poder lançar esta!).
Friamente, índio missionero, o Grêmio só não perdeu para o ajeitado Flamengo porque o Victor, Ave Victor, salvou a pátria tricolor. Aquelas cinco/seis defesas impossíveis que ele fez, nos deu tempo para errar, voltar para o jogo e virar. Enquanto isso, o Victor ia salvando, derrubando imperadores e xeiques, além de seus oreias secas.
Aos fatos: O Grêmio abriu o placar quando a peleia tava parelha. Mas o Flamendo tava bem, chegando, jogando no espaço (e que espaço) nas costas do Jadilson. Sem falar que nossa zaga não tava lá aquelas coisas.
E numa dessas, só que do outro lado, o direito da defesa tricolor, apareceu Everton,
livre como uma borboleta, pra receber passe preciso de Adriano, pelo meio da zaga. Empate. Justo.
Aí vieram as chances do Flamengo. O Grêmio tava meio perdido, com furos na defesa, apesar de Réver estar bem na posição de cabeça-de-área.
Esta opção, ao lado da entrada de Bruno Colaço na lateral-esquerda foram as boas notícias do jogo, além da vitória e de Victor, claro. Colaço preencheu bem o setor, correu muito e esteve algumas vezes, com qualidade, na frente. É guri, e por isso temos que esperar pra ver se dá certo.
Réver, de volante, foi um gigante. Ninguém duvida de sua qualidade e, talvez, seja uma boa ser aproveitado ali. No próximo jogo, quarta-feira, 19h30, na Vila Belmiro contra o Santos, os dois estarão em campo desde o primeiro minutos, isto é certo.
O que não deu pra entender foi a mudança de Autuori. Tirar Douglas Costa, mesmo que este não estivesse uma maravilha, pra por Joilson, não colou. Joilson esteve perdidaço em campo. Ora tava na lateral, ora de volante, ora de meia, ora na ponta esquerda. Não se encontrou, mas cavou o segundo pênalti, não podemos esquecer.
No balanço de tudo, o Grêmio teve sorte e competência dentro do Olímpico, como sempre neste ano. Ainda falta isso fora de casa. Infelizmente, tenho que repetir isso outra vez.

