
domingo, 23 de maio de 2010
Ressacão

quinta-feira, 13 de maio de 2010
Um adendo à loucura
Vivemos de loucura
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Sexto Sentido Santista
Mas hoje é inevitável. A piada já era boa, e nosso camarada Gonça do www.arenavermelha.blogspot.com (e agora também do Convergência Colorada) conseguiu melhora-lá!
Sem mais, Santos Six Sense:
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Hora da verdade
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Agora vale


domingo, 7 de março de 2010
Acostumável
Veja:

terça-feira, 10 de novembro de 2009
E aí, FIMOSE?
Sempre que ME VEJO DE FRONTE à estas notícias sinto uma espécie de medo, UM FRIO QUE CORRE PELA ESPINHA, se é que tu me entende.“Sai Autuori e vem Silas, Simplesmente. Ou vem Adilson Batista” – dizem as notícias.
Prefiro o Adilson, que fique claro. Tem ligação com o Grêmio, é venal, um tanto louco até, o que sempre é bom.
Vejo Silas como uma aposta muito maior. Bom treinador, cabeça boa, não deixou-se ludibriar com as propostas que apareceram, fez um baita trabalho no Avaí e poderia pedir a contratação de Marquinhos, o que me agradaria bastante.
Mas Adilson, Capitán America, já esteve na final da Libertadores como treinador e tem alguns anos a mais de Série A. Prefiro que ele venha, repito.
Acho que a direção vai atrás de dois bons técnicos. Qualquer um pode dar certo.----------------
Só pra constar, outro dia divaguei sobre o findo da temporada 2009. Seguem os pensamentos:
Teve um dia no passado que escrevi sobre a possibilidade de alguém fazer uma tese de doutorado sobre o Grêmio Perde-Ganha 2009.
Que o time é bom, no mínimo nota 7, eu não tenho dúvida. Não fosse, seria incapaz de passar tanto tempo sem perder em casa. Um time ruim, já teria perdido.
Mas então, o que faltou para o Grêmio ser um time nota 8 ou 9 neste Brasileiro?
Primeiro faltou vontade. É inegável que a turma do Autuori vem jogando na marcha lenta há tempos. Mas qual seria a razão pra isso? É o técnico que pede para jogarem assim?
Não acredito. É perigoso para o treinador pedir que seus jogadores não se entreguem de corpo e alma em campo. Até um gentelman como Autuori sabe que se não correr, não suar, não aparecer pro jogo, o time sucumbirá.
Mas por que cargas d’água então o Grêmio é esta caricatura de time? Faltou bicho?
Talvez. Disse o Souza outro dia, lá na aula da Perestroika, que o que motiva de verdade é dinheiro. Será que os jogadores queriam mais que seus salários astronômicos para colocar o Grêmio entre os quatro melhores do Br09?
Se a resposta é sim, tô com a direção. Não pagaria, por motivos óbvios.
Teria faltado, talvez, jogadores mais qualificados? Acho que pra ficar entre os quatro não.
Nos faltou um lateral-direito. Mas Mário Fernandez faz tranquilamente a função. Não comprometeu.
Faltou um lateral-esquerdo, isso sim. Apesar de quatro jogadores da função terem passado por ali (Fábio Santos, Jadilson, Collaço e Lúcio), nenhum deles deu a resposta necessária. Lúcio, a maior aposta, não decolou. Parece receoso com seus joelhos operados.
Nossos zagueiros são bons. Ninguém pode contestá-los. Só acho que Rafael Marques atravessava melhor momento que Léo quando Autuori resolveu efetivar o prata da casa na posição.
Os volantes também são. Adilson não é Lucas, mas sabe fazer a função. Túlio e Rochemback a mesma coisa. Só que nenhum deles foi capaz de ser aquele camisa 5 peleador, que não pára nunca, que não deixa o time adversário jogar, que briga, esperneia, comanda a meia-cancha. ISSO FALTOU.
Faltou também um meia de perna canhota, nem que fosse opção no banco. Alguém que pudesse mudar o jeito do time jogar, uma alternativa pelo outro lado. Tcheco foi burocrático a temporada toda, faltou-lhe a criatividade, a bola em profundidade, o cruzamento preciso.
E do ataque vieram as melhores notícias. Jonas provou que perde, mas faz um monte. E Maxi mostrou-se um atacante de qualidades gremistas, com raça, empenho e gols, com a cabeça e com os pés. Mas faltaram suplentes. Herrera e Perea não estiveram a altura.
Certo é que ano que vem o Grêmio terá três chances de chegar a Libertadores 2011. Se vencer a Copa do Brasil, se vencer a Sulamerica ou se ficar entre os quatro do Br10.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Calendário ideal
Pelo menos, os outros 50% - estou aí também – estão em desacordo e NÃO querem a adequação do calendário do futebol brasileiro ao europeu. A enquete (ainda) está aí ao lado para comprovar.
Aliás, que complexo de imitão é esse, tchê? Que mania de copiar tudo que se faz na Europa.
Me diga: que que adianta fazer Brasileirão de Agosto a Junho? É por causa da janela assombrosa do mês 8? Se for, tu estás esquecendo da janela de dezembro?
Ideia boa teve Paulo Sant’Anna, ano passado, ou retrasado. O velho jornalista, com sua voz enfraquecida pelo tempo, sugeriu que o Brasileirão começasse em janeiro (DEPOIS da janela de dezembro), se desenrolasse por sete meses e findasse nos confins de julho, ou seja, caro companheiro, ANTES da janela de agosto.
Estaduais, Copa do Brasil, Libertadores, Sudamericana?
Vamos distribuí-los.
Os estaduais poderiam ocorrer depois das férias de agosto, que tal? Ou melhor, deixa como está. Estaduais junto do início do Brasileiro. Os times de ponta que mandem pastar os estaduais. Eles servem para os pequenos. Não que seja ruim ganhá-los, mas como temos que escolher um para sacrificar, então que seja o de menor expressão.
A Copa do Brasil, ao invés de ser jogada simultaneamente com a Libertadores, deveria ser jogada ao lado da Sudamericana, no segundo semestre. Assim, quem jogou a Liberta, fica fora da Sula, mas pode jogar a Copa do Brasil.
Libertadores seguiria no primeiro semestre (até porque é a Conmebol que decide isso), disputada a partir da metade de fevereiro, quando já teríamos um mês de Brasileirão, até final de julho.
Já deve ter gente me chamando de louco porque acumularia jogos, mas pense: a primeira fase da Libertadores dura dois meses, vai até abril. Dois meses é possível, para qualquer clube, disputar Brasileirão e Libertadores simultaneamente, ainda mais levando em conta que os elencos estarão completos, montados em dezembro, entrosados pela pré-temporada e pelo primeiro mês de Campeonato Brasileiro. E para aquele que passar da primeira fase da Continental, que escolha, priorize, faça loucuras, exatamente como é hoje.
Deste jeito, os dois principais campeonatos para times brasileiros seriam jogados sem alterações drásticas no elenco.
Após agosto, tempo para Sul-americana e Copa do Brasil (e se tu achaste ruim a ideia do Estadual, coloque ele agora, no segundo semestre – preterido, do mesmo jeito). Como agosto e dezembro seriam os meses de férias, teríamos três meses (setembro, outubro e novembro) para estas duas competições.
Hoje elas tomam mais que isso. A “Continental B” dura quatro meses e a Copa do Brasil, cinco. Mas atualmente os clubes que as disputam, jogam também o Brasileirão no mesmo período, por isso se alastram. Se fossem no segundo semestre, com o Brasileirão já findado, poderiam ser disputadas simultaneamente porque o time que jogaria uma, não jogaria a outra.
E, um detalhe que já foi citado no início, pode ser mencionado outra vez. Quem jogou a Libertadores no primeiro semestre, poderia jogar a Copa do Brasil no segundo. Hoje, quem joga a Continental fica fora da Copa do Brasil, o que é uma tremenda sacanagem.
Ideia perfeita.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Empate Amargo
ESTAREMOS CONTIGO, sempre!
Coisas que disse depois do primeiro jogo:
- A marcação do Inter foi muito boa, mas a do Corinthians foi espetacular.
- Muito bem também foi a zaga Corintiana.
- Felipe está em momento especial. Fez 3 defesas (falta do Andrezinho, chute do Guina - ! - e a bola do Taison) sensacionais.
Neste segundo jogo a marcação corintiana foi PERFEITA. Sufocante, com calma, esperando, eliminando os pontos de saída de bola do Inter, deixando os homens de meio campo sufocados e os atacantes isolados.
E a zaga alvinegra foi espetacular também. Zagueiros firmes e jogando com uma seriedade que eu não via faz tempo. Laterais móveis e com SINCRONIA DE MOVIMENTOS (Titês Magnata!). E um goleiro que fez mais 3 milagres (chutes do Nilmar no primeiro tempo e cabeçada no pé da trave, no segundo), como no primeiro jogo.
O título do Corinthians foi merecido e conquistado a partir de uma equipe sólida e compacta na marcação, com um aproveitamento de contra-golpes muito alto e extremamente CONSCIENTE em campo. Foi uma grande final, que deixa lições para todo Colorado. É preciso saber porque perdemos, assim como nas vitórias é preciso ter consciência do porque ganhamos (meio Luxemburgo essa frase, foi mal). Faltou movimentação e inspiração para fugir da marcação ENCAIXADA e ESTUDADA do Corinthians. Mas nunca faltou TRANSPIRAÇÃO, GARRA e LUTA para esse time do Inter, esta torcida GIGANTE e este clube CENTENÁRIO. Se as atitudes não foram as mais acertadas, pelo menos foram TOMADAS ATITUDES!
Baixinho desgraçado, melhor em campo DE NOVO!
Agora TUDO É BRASILEIRO, o título do ano! Não direi que a Copa do Brasil não era importante, porque isso é uma MENTIRA sem tamanho. Chegamos à final e perdemos para um grande clube com uma torcida sensacional, e que não merece que algumas pessoas usem e jogue seu nome em maracutaias e afins. Agora é virar a página, aprender a lição e seguir em frente.
Deixo para vocês declarações do nosso Capitão Guina, que fala algo que a gente já vem dizendo há bastante tempo aqui no blog. Retirado do ClicRbs:
Guiñazu analisou ainda o desempenho do Inter, e disse que a equipe é muito visada pelos adversários, que estudam sua maneira de jogar:
– Não sei se o Inter caiu tanto. Os adversários jogam, estudam nosso jogo, sabem marcar. Não existe mais pelada. O Brasil foi à final e se complicou com os EUA. Futebol é isso. É competitividade. Nós estamos tranquilos porque temos qualidade e vamos nos recuperar. Temos orgulho porque caímos de pé. Falo que hoje tem muita gente vendo nosso estilo de jogo. Toda final é complicada, é dura. É mais estudada que um jogo comum. De 64 times chegamos a uma final.
O volante argentino avaliou ainda o impacto de encerrar o 1º tempo perdendo por 2 a 0, mas buscar o empate na etapa final.
- Entramos o 2º tempo com a moral lá no chão. Empatar o jogo nos deixa um grande orgulho, honramos a camisa do Inter, e vamos continuar a vida, o campeonato, com mais treino e coisas para brigar – afirma.
Campanha Vice-Campeã na Copa do Brasil 2009:
12 jogos (21 gols pró / 9 gols contra)
3 Derrotas (União Rondonópolis 1 x 0 Inter; Coritiba 1 x 0 Inter; Corinthians 2 x 0 Inter);
2 Empates (Flamengo 0 x 0 Inter; Inter 2 x 2 Corinthians)
7 Vitórias (Inter 2 x 0 União Rondonópolis; Guarani 1 x 2 Inter; Inter 5 x 0 Guarani; Náutico 0 x 3 Inter; Inter 2 x 0 Náutico; Inter 2 x 1 Flamengo; Inter 3 x 1 Coritiba)
Gols:
Taison – 7 (artilheiro da competição);
Alecsandro – 6 (vice-artilheiro);
Índio – 2
Andrezinho – 2
Bolívar – 1
Nilmar – 1
Marcelo Cordeiro – 1
D’alessandro – 1
Fotos: FinalSports
terça-feira, 30 de junho de 2009
A(s) Diferença(s) da final
Se o maestro estiver inspirado (e ele gosta de partidas guerreadas desse jeito), o jogo vai fluir e chegar até...
O nosso Obama, artilheiro da temporada e perfeita síntese do estilo de jogar futebol da Academia do Povo! A mística da 7 está em Taison, que finalmente terá a companhia do...
Usain NILMAR Bolt Colorado! O centroavante (há controvérsias...) mais técnico surgido nos últimos anos no Brasil está de volta, compondo o Power Trio Vermelho! Mas tudo isso só funciona com...
A liderança moral, técnica, tática, pulmonar e "espírita" de El Cholo Guiñazú! E além disso, o mais importante de tudo para que a taça fique no Rio Grande do Sul:
Vamo Vamo Inter!
Ps.: Dois meias NÃO TITE! Coloca o Glaydson, improvisa o Danny como primeiro volante liberando o Magrão e o Cholo, sei lá... Mas Andrezinho e D'ale juntos NÃO! No segundo tempo, precisando de uma falta magistral (QUARTAS-DE-FINAL...) beleza, mas desde o início é suicídio, ofensivo e defensivo. Não decepciona Professor...
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