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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Um time nos moldes da Arena

Na semana em que o Grêmio contratou Welliton, Adriano, Barcos, André Santos e o ENRICO CABRITO, eu só tenho uma coisa a dizer: onde estão os zagueiros?

Tá todo mundo colocando Koff y sus hombres no pedestal. Mas, enquanto eu tiver que confiar em Werley, Saimon, Bressan e Grolli, me nego a elogiar a diretoria.

Barcos foi uma contratação SENSACIONAL, a melhor do ano. É melhor que a de Vargas porque Barcos vem com contrato de três anos, enquanto Vargas é o Paulo César Caju de outrora (com mais gana e chances de dar certo, entretanto).

André Santos NÃO supre a nossa deficiência na lateral-esquerda. É um jogador razoável no ataque e ruim na defesa. Cresceu nas barbas de Mano Menezes e seu empresário. Todos sabem, mas não admitem (na dúvida, perguntem pra esse cara aqui o que ele acha do André Santos).

Sobre Welliton, deixo que Felipe Conti, a parte vermelha e ausente desse blog, comente, mesmo que sem querer comentar:

"Lembro muito vagamente dele no Goiás - o que quer dizer que não lembro porra nenhuma. Vi vários jogos dele no Spartak Moscow, pois na época em que o Alex saiu do Inter para jogar lá, a Espn começou a transmitir o PUTINZÃO. No Spartak jogava como homem de referência. Apesar de não parecer ser tão alto, é forte, gira rápido e sabe se posicionar. Acho que no Brasil pode ser utilizado aberto pelos lados, mas sempre no ataque (nunca compondo meio e marcando lateral). Pela idade dele – 26 – pode dar muito certo, isso se a torcida esperar o cara jogar, se READAPTAR, essas porras.
Mas penso ser uma ótima contratação (mas não sei valor, tempo de contrato, etc). Em todo caso, sempre podemos ver a repetição do caso EDU (Betis) no Inter, lembra?"

O Grêmio está construindo um time igual a Arena. Nasce de um projeto grandioso, tem grandes nomes no comando, conta com garotos-propaganda de peso, de forte prestígio, mas falta um alambrado que aguente a pressão de uma avalanche, tão conhecida e experimentada em outros tempos/lugares quando o poder de um ataque argentino, colombiano, ou até mesmo brasileño.

Rezo para que Koff y Rui sejam mais espertos que Odone e Antonini e não esperem o alambrado ceder para depois sair atrás de nomes como Diego Lugano ou Sebástian Coates. E rezo para que Luxa tenha esses caras na mão e saiba administrar os egos, as manhas, as criancices, e as baladas.

Incomodaremos.

domingo, 19 de junho de 2011

Ainda bem que o jogo acabou

A atuação do trio de arbitragem (André Luiz de Freitas Castro, auxiliado por Fabrício Vilarinho da Silva e Márcio Soares Maciel) foi PÍFIA. A do Grêmio foi pior. Nada se salvou (justiça seja feita: Victor, Mário Fernandes, Vilson e Saimon jogaram bem).

Precisamos de atacantes. E eles devem chegar ontem!

Queremos que o time jogue ligado, no mínimo. Foram 1.102 passes errados, por baixo. Ridículo. Impossível almejar qualquer coisa jogando dessa maneira.

Ainda bem que o jogo acabou.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Alecsandro é melhor que Drogba*

Am I a "traíra"? No way man...

Os 3 a 0 aplicados pelo Zequinha ontem foram surreais. Falar sobre o jogo seria um exercício de humor negro que me escapa nesta manhã cinza de fim de março (até as descrições do clima ficam pesadas depois dum jogo como o de ontem).

Apresentarei 3 fatos, e logo após a minha teoria conspiratória para TENTAR explicar o rendimento pífio do Inter neste mês de março de 2010 (tá achando que só a RBS pode fazer jornalismo no chutômetro?):

- Apenas dois jogadores mostraram a mínima vontade de jogar ontem: D'Alessandro e Guiñazú. O resto parecia que tinha tomado doses cavalares de MORFINA antes do espetáculo.

- Fossati deu o braço a torcer e está escalando o time no 4-4-2. Três jogos neste esquema, dois empates e uma derrota.

- Sandro foi visitar Dona Elizabeth lá no palácio de Buckinhamm numa semana normal de treinos e jogos...

Sabendo disso, e de outras coisas escabrosas, e munido da atuação VIGOROSA do nosso centroavante titular ontem (e pode incluir aí o Eller, o Nei, o Kléber, o Mathias, o Giuliano... nesse balaio) e nos últimos 10 jogos, venho por meio desta afirmar:



HÁ UM COMPLÔ PARA DERRUBAR A COMISSÃO TÉCNICA COLORADA! E meu palpite é que o "movimento" é capitaneado por Alecsandro, o craque das chuteiras multicolor.



E não me entendam mal: levanto esta hipótese para DEFENDER os jogadores! Ninguém joga tão horrorosamente como o Alecsandro vem jogando impunimente! Um 3 a 0 como o aplicado pelo San José, se não tiver origem na tentativa de mudar o treinador a partir do próprio elenco, comprova que uma limpa no grupo de jogadores se faz URGENTÍSSIMA.

No aguardo dos próximos capítulos...

Ih, descubriram...

*analogia ao episódio em que Didier Drogba, centroavante do Chelsea, liderou um boicote à Luiz Felipe Scolari, enquanto este era Manager do clube londrino. O marfinense teve atuações bizarras e média de gols pífia (algo incomum para o atleta) sob comando do brasileiro. Com os maus resultados, Big Phill foi demitido e Drogba, logo em seguida, voltou a balançar as redes em praticamente todos os jogos.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Agora vai!

A temporada começou perfeita para a dupla GRE-NAL. O Grêmio meteu 8 nos Bambi de Bento e o Inter enfiou 5 na gurizada do Esportivo.

Os times tiveram boa mecânica, marcação forte, passe rápido. Parecia que o elenco já se conhecia há tempos, que os jogadores já atuaram juntos em outras épocas. Os jogadores demonstraram que estão comprometidos com a equipe, está todo mundo querendo, ninguém tirou o pé, parecia final de campeonato.

A primeira amostragem foi de empolgar, realmente!

Acorda aí, irmão! Não te iluda! Esportivo, São Paulo de Bento e Gauchão não são parâmetro. São treinos.

É bom ganhar? É. Vale comemorar? Vale. Mas é só. Não te iluda.

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Agora, falando do que é fato. O Grêmio necessita de um lateral-direito. Mesmo se a ideia for utilizar Mário Fernandes pelo lado, o Tricolor tem que buscar um reserva. Se Vitor vier, será uma grande contratação. Há três anos, no mínimo, ele vem sendo um dos melhores do Brasileirão na posição. Vale a pena.

Outra boa seria a confirmação do meia Douglas, ex-Criciúma e Curíntia. Meia estilo cadenciador, organizador, como eu acho que falta para o time – não acredito em Hugo fazendo esta função, principalmente se não tiver uma sombra.

Vindo eles, vou arriscar dizer que o Grêmio têm um QUASE-elenco.

Goleiros: Victor, que vale por dois. Mas ainda tem Marcelo Grohe e o tal Busatto, que brilhou no Sub-20.

Zagueiros: Réver, Rafael Marques, Maurício, Mário.

Laterais: SÓ TEM CANHOTO: Lúcio, Fábio Santos e Collaço.

Volantes: Túlio, Rochemback, Adilson, William Magrão, Ferdinando

Meias: Souza, Hugo, Maylson

Atacantes: Borges, William, Jonas, Leandro, Roberson

A conclusão é simples: FALTA um meia, no mínimo, e faltam laterais-direitos. No plural: laterais. Se o Mário tiver que jogar ali, que venha mais um zagueiro e um lateral. De qualquer maneira, o Grêmio TEM QUE contratar mais três, poromeno.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Plagiando

Tá quase impossível criar. Então, pra movimentar, vamos copiar.

Leonardo Fleck, do Grêmio Copero, aquele abraço e obrigado!

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Se o valor que o Vidarte publicou no blog dele (taí, no Grenalzito também, logo abaixo) estiver correto, e deve estar, Victor e Réver deveriam ter um reajuste salarial de 100%. Já escrevi aqui que o Víctor deveria ser chamado pelo presidente e ser convencido a permanecer no Grêmio por 10 anos, ao menos, com compensações financeiras óbvias. O Grêmio precisa manter seus emblemas e a torcida ter seus ídolos mantidos pelo maior tempo possível. Também no blog do Vidarte sai a público a informação de que Mário Fernandes e Maxi López serão adquiridos e deverão permanecer no Grêmio. Réver disse que quer ficar ao menos por mais um ano, quer um título. O mesmo diz Tcheco pra quem quiser ouvir. Muita gente torce o nariz pra ele, muita gente gosta dele. Eu sou um dos que está no segundo grupo. Sempre o defendi e sempre o defenderei. É gremista de coração e não me importa que não tenha ganhado nada de expressão com o Grêmio. Não ganhou ainda. É um jogador fundamental nas bolas alçadas, estabiliza o meio de campo, vibra muito. Basta ter a cabeça no lugar.

Em comparação com os demais times brasileiros, estou convicto de que o time do Grêmio é um baita time, estou convicto de que o Grêmio só não está disputando o título porque faltou gremismo ao Grêmio de Autuori. Autuori foi um erro compreensível de avaliação e sua incompreensível manutenção insistente foi o desespero da direção em justificar tanta espera. Autuori fracassou. Autuori passou. 2009 passará. O primeiro jogo pós-ele já motivou a recepção do time no aeroporto. Não foram recepcioná-lo devido ao EMPATE que beneficiou por tabela o SC2006. Não foram recepcioná-lo devido a classificação à Libertadores. Não foram recepcioná-lo para agradecer pela campanha pífia nesse campeonato e nos outros. Foram recepcioná-los, senhores, para demonstrar à todos vocês que estávamos com saudades do Grêmio. Para demostrar à todos vocês, no Grêmio, como queremos que sejam as coisas.

“O Grêmio voltou”, comentaram alguns aqui no blog. Terminou a pasmaceira, a conversa-mole, a lenga-lenga, a ponderação na prática do esporte. Grêmio é loucura, é destemor, é entrega, é combate, são os dizeres estampados nos trapos de arquibancada: “não ao fair play”, “treino é jogo e jogo é guerra”. Grêmio é honra, é jogar pela camiseta, é exigir-se o máximo, ao máximo, é beneficiar o rival, se assim suceder, mas jamais abrir mão dos códigos, do amor próprio. Grêmio é tradição vencedora, combativa, de imposição física. Grêmio é pela força, pela raça, pela entrega, pelo brío. Peço discursos condizentes com essa tradição e com esse estilo de praticar o tal de futebol. É cansativo ouvir desculpas que não tenham esse norte, tentando justificar sem haver entendido que é porque nos afastamos da nossa essência. O problema sempre foi o afastamento da essência. Não à toa sempre pedimos um Grêmio mais Grêmio.

Perdemos, por erro de avaliação e “perfil”, ótimos dois reforços. Gilberto e Marcelinho Paraúcho. Bem, acho que quem avalia é um tanto míope para o tal de futebol e adota discursos por demais pouco refletidos. Se forem os mesmos que avaliaram e insistiram com o técnico, espero, apenas, que não permaneçam avaliando para o ano próximo. Hugo serve, Gilberto não. Curioso. Gosto dos dois, entretanto.

Dos jogadores que estão, Víctor, Réver, Mário, Souza, Maxi, Tcheco, Leo, Adílson, Rockembach (aí eu disordo - gordo, lento, sem vontade), Rafa Marques, Lúcio, Jonas, Douglas Costa. É um belo time e com ótimas opções. Deveriam ser mantidos todos.

Perea, Herrera, Túlio, Thiego, (acrescente o teu) so long, até logo, adiós. Rechear o grupo com a gurizada da base, trazer um xerifão uruguaio de nome Lugano, um 5 blindado e… nada mais. Apostar na base MESMO. Leandro, Borges, Hugo? Ahmm, se dobrarem o salário dos dois referidos no começo do texto sim, se não, que sejam valorizados os que merecem ser e que a gurizada tenha chance.

Que tratem o Grêmio com a grandeza do Grêmio e com devoção à tradição da escola tricolor. Sem invencionismos, sem ideias muito além das fronteiras. Queremos o penta.
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Imagem da segunda-feira, 17, cerca de 30º em POA

terça-feira, 10 de novembro de 2009

E aí, FIMOSE?

Sempre que ME VEJO DE FRONTE à estas notícias sinto uma espécie de medo, UM FRIO QUE CORRE PELA ESPINHA, se é que tu me entende.

“Sai Autuori e vem Silas, Simplesmente. Ou vem Adilson Batista” – dizem as notícias.

Prefiro o Adilson, que fique claro. Tem ligação com o Grêmio, é venal, um tanto louco até, o que sempre é bom.

Vejo Silas como uma aposta muito maior. Bom treinador, cabeça boa, não deixou-se ludibriar com as propostas que apareceram, fez um baita trabalho no Avaí e poderia pedir a contratação de Marquinhos, o que me agradaria bastante.

Mas Adilson, Capitán America, já esteve na final da Libertadores como treinador e tem alguns anos a mais de Série A. Prefiro que ele venha, repito.

Acho que a direção vai atrás de dois bons técnicos. Qualquer um pode dar certo.

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Só pra constar, outro dia divaguei sobre o findo da temporada 2009. Seguem os pensamentos:

Teve um dia no passado que escrevi sobre a possibilidade de alguém fazer uma tese de doutorado sobre o Grêmio Perde-Ganha 2009.

Que o time é bom, no mínimo nota 7, eu não tenho dúvida. Não fosse, seria incapaz de passar tanto tempo sem perder em casa. Um time ruim, já teria perdido.

Mas então, o que faltou para o Grêmio ser um time nota 8 ou 9 neste Brasileiro?
Primeiro faltou vontade. É inegável que a turma do Autuori vem jogando na marcha lenta há tempos. Mas qual seria a razão pra isso? É o técnico que pede para jogarem assim?

Não acredito. É perigoso para o treinador pedir que seus jogadores não se entreguem de corpo e alma em campo. Até um gentelman como Autuori sabe que se não correr, não suar, não aparecer pro jogo, o time sucumbirá.

Mas por que cargas d’água então o Grêmio é esta caricatura de time? Faltou bicho?

Talvez. Disse o Souza outro dia, lá na aula da Perestroika, que o que motiva de verdade é dinheiro. Será que os jogadores queriam mais que seus salários astronômicos para colocar o Grêmio entre os quatro melhores do Br09?

Se a resposta é sim, tô com a direção. Não pagaria, por motivos óbvios.

Teria faltado, talvez, jogadores mais qualificados? Acho que pra ficar entre os quatro não.
Nos faltou um lateral-direito. Mas Mário Fernandez faz tranquilamente a função. Não comprometeu.

Faltou um lateral-esquerdo, isso sim. Apesar de quatro jogadores da função terem passado por ali (Fábio Santos, Jadilson, Collaço e Lúcio), nenhum deles deu a resposta necessária. Lúcio, a maior aposta, não decolou. Parece receoso com seus joelhos operados.

Nossos zagueiros são bons. Ninguém pode contestá-los. Só acho que Rafael Marques atravessava melhor momento que Léo quando Autuori resolveu efetivar o prata da casa na posição.

Os volantes também são. Adilson não é Lucas, mas sabe fazer a função. Túlio e Rochemback a mesma coisa. Só que nenhum deles foi capaz de ser aquele camisa 5 peleador, que não pára nunca, que não deixa o time adversário jogar, que briga, esperneia, comanda a meia-cancha. ISSO FALTOU.

Faltou também um meia de perna canhota, nem que fosse opção no banco. Alguém que pudesse mudar o jeito do time jogar, uma alternativa pelo outro lado. Tcheco foi burocrático a temporada toda, faltou-lhe a criatividade, a bola em profundidade, o cruzamento preciso.

E do ataque vieram as melhores notícias. Jonas provou que perde, mas faz um monte. E Maxi mostrou-se um atacante de qualidades gremistas, com raça, empenho e gols, com a cabeça e com os pés. Mas faltaram suplentes. Herrera e Perea não estiveram a altura.

Certo é que ano que vem o Grêmio terá três chances de chegar a Libertadores 2011. Se vencer a Copa do Brasil, se vencer a Sulamerica ou se ficar entre os quatro do Br10.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A questão é: tá certa a direção em esperar?

Fiz o questionamento do título em 22 de abril deste ano, há exatos cinco meses. Era sobre Autuori e não precisaria explicar, mas estou com paciência.

O Grêmio tinha finalmente demitido Celso Roth após um ano à frente do comando do vestiário. A maioria da torcida queria Renato Gaúcho para substituí-lo. Marcelo Rospide, o interino, comandava o time de tico duro, invicto, levando o esquadrão adiante na Libertadores.
A direção não quis Renato, cogitou Geninho e optou esperar por Paulo Autuori. Este, lá do mundo árabe, desconversava, dizia que tinha contrato a cumprir com o Al-Guma Coisa e que cumpri-lo-ia.
Eu, aqui no Grenalzito, respondi a pergunta lá de cima antes dele ser anunciado oficialmente:

Sim. Mas como diria um amigo: "pra ganhar uma coisa, às vezes é preciso abrir mão de outras".

Esperar por Autuori só pras quartas-de-final da Libertadores é abrir mão de dar prioridade à Libertadores. Pode o Grêmio ser campeão com três técnicos diferentes durante a Continental? Pode. Mas é tão provável quanto se efetivasse Rospide no cargo.

Mesmo assim o Grêmio acerta porque terá um treinador capaz de pensar o time para o Brasileiro 2009 e 2010. Ganha um treinador capaz de mudar um jogo, capaz de fazer a leitura correta da partida, capaz de não brigar com os melhores do time, capaz de não pipocar na hora de uma decisão ou de um clássico.

Hoje, em 22 de setembro, leio no noticiário que Jadilson, Joilson e Makelele estão fora dos planos, porque Paulo Autuori começa a pensar em 2010.

Muitas conclusões e outras mil suposições podemos tirar só do título da reportagem. A primeira é que o treinador gremista viu, finalmente, que Joilson não vai. Sei, sei, eu pedi o Joilson na lateral-direita do time, mas não conhecia Mário Fernandes e sempre pensei ser melhor usar um jogador da posição do que improvisar qualquer outro. E depois Joilson ganhou chances em metade das posições do time. Não vingou em nenhuma.

Quanto a Jadilson, Autuori viu o que deu pra ver no Gauchão. Jadilson é varzeano. Joga como um guri irresponsável. Tem habilidade, tem velocidade, mas não é jogador, é peladeiro.

E Makelele é esforçado. MUITO esforçado, voluntarioso, e eu gosto disso. Não sei se precisava dispensar, mas igual ele se acha outros por aí. Não fará falta em 2010.

Nesta barca aí devem ir mais alguns. Eu dispensaria Fábio Santos, apesar de eu não achá-lo TÃO ruim quanto a maioria acha. Deixaria ir também El Ciclón Perea para que o Negão seja feliz perto de su mamá e seu companheiro de posição Ricardo, que chegou e até agora não fez nem um joguinho sequer. Não deve ter a qualidade esperada, a não ser que esteja machucado.

São as conclusões imediatas.

Podemos ver também que a direção está mostrando que pode se redimir das “cabacisses” do início do ano. Planejar desta maneira, com meio ano de antecedência é vanguardismo no Grêmio.
Só resta a los jugadores que se empenhem ao máximo para conquistar a vaga na Copa Libertadores de América. Sem ela em 2010, “gastaremos” um grande time em competições menores. Importantes, porém, menores.

Ainda seria FUNDAMENTAL implementar o Plano Victor.

INDISPENSÁVEL também seria pagar a milha e meia de Euros para segurar Maxi Lopez, dar mais um ano a Tcheco, guentar Adilson, Magrão, Mário, Collaço, renovar com Lúcio, Rafael Marques, trazer um patrón pra zaga (porque sei, mesmo incorfomado, que Réver será vendido).

Souza já é nosso, Rochemback igualmente. Túlio pode ficar, Jonas DEVE.

A partir daí, começariam as contratações. O futuro pode ser promissor, pelo menos visto do prisma desta noite chuvosa e paumolecida.