sexta-feira, 31 de julho de 2009

3 pontos e pouco mais


Uma vitória que valeu... pela vitória! O filme (de terror) dos últimos jogos repetiu-se: Primeiro tempo bom, não excelente como disse o Saci Cover Andrezinho. 2 a 0 de vantagem. Em casa, essa é a hora de AMASSAR o adversário, seja ele quem for. Mas não para este Inter anêmico.

Dizer que o Barueri fez os dois gols só porque foram dois lances FORTUITOS, de bola parada e em falhas do Michel Alves, é muito simplista. O time Colorado parou, começou a recuar (antes eu achava que era inconsciente, agora acho que isso já está no SUBCONSCIENTE do grupo) e cedeu espaços ao decepcionante time paulista.
Aos 85 minutos de jogo Andrezinho bate uma falta com maestria, no ângulo. O fraco goleiro Renê (que para o narrador do PFC é GUENÊ) faz um milagre. A redonda se apresenta limpa para Sorondo. O gigante uruguaio empurra pro fundo do barbante, fecha os punhos, mostra os dentes em sinal de raiva e faz o típico sinal “VAMO CARAJO”!

É isso que falta pro Inter reencontrar-se.

Agora uma breve análise dos comandados de Adenor nesta partida que QUASE decretou uma hecatombe de protestos no paleolítico Portão 8 do Gigante:

Michel Alves – Não dá para “tampar” o sol com a peneira. Foi mal, muito mal. E por pouco não causou a derrota por seus erros individuais. Como ganhamos, todo mundo diz que “foi falta de ritmo”. Se terminasse 2 a 2, coitado do cara... Nota 4.

Bolívar – Como de costume, levou um cartão amarelo, tentou umas quatro jogadas no ataque e colaborou bastante na marcação. Como o Barueri subiu pouco pela esquerda de seu ataque, foi discreto no jogo todo. Nota 5,38.

Índio – Sem explosão na defesa e com dificuldades na bola aérea ofensiva, uma de suas especialidades. Enfrenta má fase, mas é um jogador muito confiável. Nota 6,12.

Sorondo – Melhor em campo. Ganhou praticamente todas jogadas pelo alto, marcou firme, desarmou, cobriu espaços e fez o gol da vitória, segundo depois de sua recuperação física. Unanimidade na agora frágil defesa Colorada. Nota 8,49

Kléber – No primeiro tempo de jogo algo mágico aconteceu: Kléber ATACOU. Foi até emocionante de ver... Os torcedores nas sociais viam aquele FOGUETE negro rasgando a lateral esquerda e enchiam os olhos de lágrimas! No segundo tempo voltou ao normal de sempre... Nota 6,87.

Sandro - Voltou a ser o Sandro marcador e que desarma na bola. É um primeiro volante diferenciado, mas que precisa de um esquema sólido no meio de campo para atuar bem. Nota 7,05.

Guiñazú - O dublê das cenas perigosas do filme 300 foi o guerreiro incansável de sempre. Num lance comum no segundo tempo, fiquei cuidando só a movimentação do Cholo: percorreu o lado direito INTEIRO do campo, de um extremo ao outro, sem que a bola saísse e sempre apertando a marcação nos adversários. Nota 8,02.

Giuliano - Confesso a minha má vontade com o futebol do piá. Ainda é garoto, eu sei, mas enfeita demais, tenta fazer tudo de primeira... Precisa de um orientador SÉRIO para que desenvolva todo o potencial. Nota 5,98.

Andrezinho - Foi o jogador mais importante da partida, mas não o melhor. Participou dos três gols e no primeiro tempo ditou o ritmo da equipe. No segundo sucumbiu diante do esquema 7-1-2. Mas é um jogador interessante e que qualquer elenco deveria ter. Nota 8,35.

Taison - Tudo bem, não está AQUELE Taison ainda... Mas nota-se a melhora, principalmente no ÂNIMO e na vontade do atleta. Precisa recuperar a confiança de olhar na cara do marcador e dizer "tô passando Zé"! O que não dá é pra queimar um talento nato como o nosso 7... Nota 6,67.

Alecsandro - Confesso a minha má vontade (volume II) com o nosso centroavante. Se ele tentasse ser apenas isso, o 9, beleza. Mas tenta umas jogadas sem propósito, que aposto que nem nos treinos com os juvenis funcionam. Mas guardou mais um, e isso que importa. Já é o artilheiro do time no Brasileiro e tem 16 gols na temporada. Nota 7,41.

Bolaños, Danny e Leandrão - Entraram nos finalmentes. Mas Leandrão conseguiu tomar um amarelo!

Notas Vermelhas:

- O time começa a viagem para o Japão nesta sexta dia 31. Dia 5 de agosto (quarta) enfrenta o Oita Trinita, campeão da J-League (abraço Nakamura) pela Copa Suruga. 17 jogadores vão se bandear pras terras de Musashi. Álvaro, D'ale e Magrão ficam em Porto Alegre “aprimorando a parte física”. Mesmo com a recente morte de seu pai, Tite comandará a comissão técnica. Prova de profissionalismo de Adenor.

- O Capitão Planeta pode (e DEVE) estar voltando! Mais sobre o assunto na semana que vem!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A 6ª vez fora de casa

Rotina mantida e algumas conclusõem bem óbvias, mas importantes de serem lembradas.

Primeiro: hoje senti inveja do São Paulo. Sério, tu leu isso mesmo.

O SP parecia o Grêmio dos melhores tempos. Desde o primeiro minutos o tricolor paulista assombrou a saída de bola gremista, mordeu os zagueiros e jogou na força e na garra. Cara, esta frase é, históricamente, do Grêmio!

Mas o Grêmio desta noite demorou 50 minutos (vou repetir: cin-quen-ta mi-nu-tos: soletrando o absurdo: 5-0 m-i-n-u-t-o-s) para fazer a primeira falta.

Pior ainda (escuta essa, tenho até medo de escrever porque nem eu acredito): o Grêmio fez duas (de fé, 2, two, dos, II) faltas durante o jogo TODO.

Time que não para o adversário, não ganha. Time que não marca sob pressão, não vai a lugar nenhum. Time que não faz falta, não existe! O SP de hoje foi exemplo. O Grêmio não jogou hoje.

Passei a semana ouvindo jogadores (Souza, Túlio e Adilson) dizendo que o Grêmio deveria esperar pelos times quando joga fora.

Por quê?

Há um conflito de ideias no vestiário. Autuori diz que tem que jogar igual, com a mesma pegada, tomando iniciativa no Monumental e fora dele. Os jogadores correm em outra direção, dizendo que fora tem que esperar, sair só no contra-ataque. Tem que arrumar isso.

- Temos alguns argumentos (sobre as derrotas), mas não podemos externar porque fica ruim. São detalhes de base que estamos errando – disse Tcheco depois do jogo, deixando claro o que escrevi acima.

Tchê, demorou pra alguém arrumar isso.

Outra conclusão bem clara é que tenho que dar um jeito de botar uma TV a cabo em casa. O bar é massa, dá pra dar umas risadas, mas o que tem de corneteiro, olha, nem cara da social aguenta.

Hoje tive que ouvir nego pedindo a volta de Celso Roth. Aí, não dá pra aguentar. Desse jeito, é melhor ficar em casa ouvindo no rádio.

Mas bueno. Continuemos com as conclusões do jogo.

Jonas, quando entra, está mostrando mais serviço que Herrera quando sai jogando. Talvez seja aquele negócio: o reserva sempre joga mais. Talvez não.

Douglas Costa entrou “legalzinho”, deu uma movimentadinha, mas tem que comer muito arroz com feijão ainda.

O primeiro gol do São Paulo, sem tirar os méritos do passe de Hernanes e a conclusão de Dagoberto, foi nas costas do Fábio Santos e após o Souza prder uma bola dominada no campo defensivo.

De resto, Tcheco jogou bem. Aquele negócio: não foi um primor, mas voltou a acertar os passes e organizar o time. Ponto positivo.

Agora é o Cruzeiro (em casa), que vem crescendo. Depois é o Palmeiras (fora), o líder. Na sequência vem o Barueri (fora), a surpresa. Quer dizer, a parada está complicando. São duas fora em sequência.

E o Grêmio precisa ser Grêmio fora de casa. Só isso. Tem que morder, marcar, contra-atacar em velocidade, tomar iniciativa, brigar, reclamar com o juiz (hoje o Heber Roberto Lopes da Fifa e seus auxiliares da Fifa marcaram erroneamente dois impedimentos em ataques do Grêmio. E NÃO marcaram o impedimento no segundo gol do SP - não estou reclamando só dos erros. Estou dizendo que ninguém no Grêmio reclamou. Em casa, reclamariam. Por que fora não?

Esta é a questão. Em casa o Grêmio é peleador, capaz de virar um GRE-NAL. E fora é um projeto de time ruim.
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Os números do BR 09 - Caímos para 10º - increíble!

15 jogos

6 vitórias: Grêmio 2 x 0 Botafogo; Grêmio 3 x 0 Náutico; Grêmio 4 x 1 Atlético-PR; Grêmio 3 x 0 Corinthians; Grêmio 2 x 1 Inter; Grêmio 3 x 2 Santo André

3 empates: Grêmio 1 x 1 Santos; Fluminense 0 x 0 Grêmio; Grêmio 2 x 2 Goiás

6 derrotas: Atlético-MG 2 x 1 Grêmio; Vitória 1 x 0 Grêmio; Sport 3 x 1 Grêmio; Coritiba 2 x 1 Grêmio; Avaí 1 x 0 Grêmio; São Paulo 2 x 1 Grêmio

Gol (24 pró / 15 contra):
Maxi > 5
Jonas > 4
Souza > 4
Herrera > 3
Rafael Marques > 3
Tcheco > 2
Réver, Tcheco, Fábio Santos, Alex Mineiro (já não joga mais no Grêmio) > 1

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A culpa

Existe um pensamento mágico no futebol gaúcho que diz o seguinte: “Quando o time vai mal, a culpa é da ESTRELA DO TIME”.

Não que o principal jogador da companhia seja sempre um craque, um extraclasse. Mas geralmente é quem “ganha mais”, quem tem “mais privilégios” em relação aos medianos porém esforçados jogadores do elenco.

Geralmente quando um treinador bate de frente com o jogador mais importante de uma equipe (e isso quase sempre acontece nos maus momentos), quem baila na curva é o chefe da casamata.

Isso no resto do mundo, não na Província de São Pedro!

Na Dupla o que impera é a inversão da idéia de que a estrela do time é que deve ser essencial, principal. A lógica (da imprensa, da torcida e dos dirigentes, generalizando nos três casos) é que quem deve se sacrificar é ele em prol do BEM COMUM. Querem implantar uma idéia de igualdade comunista no futebol moderno! Apesar dos treinadores serem fuzilados em vários momentos, quando há uma medida forte, de “vestiário”, contra o destaque do time que “não está rendendo”, em favor de um jogador mais esforçado, ele é aplaudido! Para adquirirem exemplos é só puxar pela memória, gremistas e colorados.

E nem vou falar do que se faz com jogadores das categorias de base que sobem para o profissional na Dupla. Com aval dos dirigentes e com a corneta de muitos torcedores...

Campanha "Pra que se destacar?"


Esse desabafo meio sem nexo foi para ilustrar que em uma semana o Inter conseguiu perder dois craques, Nilmar e D'alessandro. Um em definitivo e o outro quase. O caso de Nilmar é complexo, mas não deixa de ser uma forma de abrir mão de um jogador diferenciado. E que (pasmem) durante muito tempo era criticado por muitos setores da torcida (principalmente na internet)!

Ou seja, ao invés do Inter ter um ESQUEMA TÁTICO que privilegie as características de seus dois principais jogadores, passamos 6 meses vendo o famigerado 4-3-1-1-SE VIRA NILMAR... E lembrando que os 1's ali significavam “CORRE TAISON” e “TE VIRA SOZINHO NA ARMAÇÃO AÍ D'ALE”!

E tem gente que consegue dizer “mas eles são os maiores salários, tem que jogar mais mesmo”! Se o Corinthians tivesse pensado assim em relação à Nazário, não teria sido campeão da Copa do Brasil. (Não estou comparando Ronaldo à Nilmar e D'alessandro, só fiz a relação pois são/eram os principais jogadores dos citados elencos).

D'alessandro foi AFASTADO com mil desculpas esfarrapadas. Assim como Tite é MANTIDO sob a égide de milhões de desculpas fajutas. Mas como isso acontece no Rio Grande do Sul, um fato parece não ter relação com o outro. E a maioria aplaude de pé a medida enérgica do clube de privar-se de um craque. Afinal o que conta é dar carrinho em placa publicitária.

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Hoje tem Inter e Barueri, às 21 horas, no Gigante. Um jogo perigoso, pelo momento do time e pela equipe irresponsável, no bom sentido, do interior paulista. Palpite? Não faço a menor idéia! Mas ainda acho que por ser em casa o Inter consiga uma vitória magra, 2 a 1. E depois vem as “férias” do Brasileirão. Mais sobre isso no pós-jogo de hoje, que será escrito amanhã ou sexta.

INTER
Michel Alves; Bolívar, Índio, Sorondo e Kléber; Sandro, Guiñazu, Giuliano e Andrezinho; Taison e Alecsandro.
Técnico: Tite

BARUERI
Renê; André Luiz, Xandão e Leandro Castan; Franciscatti, Ralf, Ewerton, Thiago Humberto e Márcio Careca; Otacílio Neto e Val Baiano.
Técnico: Estevam Soares.


Ps.: Especulações sobre uma possível negociação envolvendo Magrão. Ou seja, começa o planejamento para 2010 com medidas baseadas nas escolhas técnicas e táticas de... TITE! Algo precisa ser feito.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Numb3rs

No sábado o Inter completou 50 jogos em 2009.

32 vitórias, 10 derrotas e 8 empates.

Campeão Gaúcho Invicto, vice-campeão da Copa do Brasil e da Recopa. Atualmente ocupa a 4ª posição no Brasileiro, posição final para quem quer conquistar uma vaga à Libertadores de 2010.

Entendo que analisando somente os números, vemos um clube passando por um ano relativamente positivo. O problema é a conjuntura que envolve o Colorado nesse início de final de temporada.

Mas deixo uma reflexão aos leitores: Será que o ano está sendo TÃO horroroso como alguns querem salientar? Quem lê o blog sabe que cobro uma postura tática diferenciada e muitas mudanças de FILOSOFIA DE FUTEBOL da comissão técnica e do departamento de futebol do Inter. Mas estas estátisticas em muitos clubes do Brasil estariam sendo comemoradas.

50 Jogos (112 gols pró / 48 gols contra);

8 Empates (Inter 0 x 0 Santa Cruz; Ypiranga 0 x 0 Inter; Juventude 3 x 3 Inter;
Flamengo 0 x 0 Inter; Cruzeiro 1 x 1 Inter; Inter 0 x 0 Vitória; Inter 2 x 2 Corinthians, Inter 2 x 2 São Paulo);

10 Derrotas (União Rondonópolis 1 x 0 Inter; Figueirense 3 x 1 Inter; Coritiba 1 x 0 Inter; Corinthians 2 x 0 Inter, Flamengo 4 x 0 Inter; Inter 0 x 1 LDU; LDU 3 x 0 Inter; Atlético-PR 3 x 2 Inter; Grêmio 2 x 1 Inter, Botafogo 3 x 2 Inter);

32 Vitórias (São José 1 x 3 Inter; São Luiz 0 x 1 Inter; Inter 4 x 0 Sapucaiense; Inter 4 x 1 Ulbra; Grêmio 1 x 2 Inter; Inter 5 x 1 Caxias; Inter 2 x 1 Ulbra; Inter 2 x 0 Novo Hamburgo; Inter 2 x 1 Grêmio; Inter 2 x 0 União Rondonópolis; Inter 4 x 0 Veranópolis; Brasil de Pelotas 0 x 7 Inter; Inter 1 x 0 Inter-SM; Inter 4 x 1 Novo Hamburgo; Esportivo 2 x 6 Inter; Inter 3 x 0 Avenida; Inter 2 x 1 Grêmio; Guarani 1 x 2 Inter; Inter 4 x 0 Ulbra; Inter 8 x 1 Caxias; Inter 5 x 0 Guarani; Náutico 0 x 3 Inter; Inter 2 x 0 Náutico; Corinthians 0 x 1 Inter; Inter 2 x 1 Flamengo; Inter 2 x 0 Palmeiras; Goiás 0 x 1 Inter; Inter 3 x 1 Coritiba; Inter 2 x 1 Avaí; Inter 3 x 0 Coritiba; Náutico 0 x 2 Inter; Inter 4 x 2 Fluminense).

Gols ---> 25 Taison; 19 Nilmar; 15 Alecsandro; 12 Andrezinho; 6 D'alessandro; 6 Magrão; 5 Índio; 3 Bolaños; 3 Walter; 3 Alex; 3 Marcelo Cordeiro; 2 Talles Cunha; 1 Giuliano; 1 Danilo Silva; 1 Rosinei; 1 Guiñazú; 1 Álvaro; 1 Bolívar; 2 Leandrão; 1 Danny Morais; 1 Sorondo.

Assistências ---> 10 Alecsandro; 10 Kléber; 9 D'alessandro; 8 Marcelo Cordeiro; 9 Taison; 10 Andrezinho; 8 Nilmar; 6 Magrão; 3 Giuliano; 2 Guiñazú; 2 Walter; 1 Talles Cunha; 1 Alex; 1 Álvaro; 1 Bolívar; 1 Danilo Silva.

Estatísticas Coloradas no Brasileiro:

14 jogos (23 gols pró / 18 Contra)

7 Vitórias (Corinthians 0 x 1 Inter; Inter 2 x 0 Palmeiras; Goiás 0 x 1 Inter; Inter 2 x 1 Avaí; Inter 3 x 0 Coritiba; Náutico 0 x 2 Inter; Inter 4 x 2 Fluminense);

3 Empates (Cruzeiro 1 x 1 Inter; Inter 0 x 0 Vitória, Inter 2 x 2 São Paulo);

4 Derrotas (Flamengo 4 x 0 Inter; Atlético-PR 3 x 2 Inter; Grêmio 2 x 1 Inter; Botafogo 3 x 2 Inter).

Gols:
Nilmar – 5
Alecsandro – 4
Bolaños – 3
Taison – 3
Andrezinho – 2
Danny Morais – 1
D’alessandro – 1
Talles Cunha – 1
Magrão – 1
Sorondo – 1
Leandrão – 1

Assistências:
Andrezinho – 4
Kléber – 3
Alecsandro – 2
D’alessandro – 1
Taison – 1
Marcelo Cordeiro – 1
Magrão – 1

Classificação do Brasileirinhas '09

Atlético-MG 28
Palmeiras 28
Vitória 24
Internacional 24
Corinthians 23
Goiás 23
Barueri 22
Grêmio 21
Flamengo 20
Avaí 19
São Paulo 18
Santos 17
Santo André 17
Coritiba 15
Botafogo 15
Cruzeiro 14
Sport 13
Atlético-PR 12
Fluminense 11
Náutico 11

Inverno sem fim

Cenas do filme "Delievering the peanut candy on Engenhão"!


Terceira rodada do Brasileirão envolvendo o Sport Club Internacional de Porto Alegre em que um time empata o jogo após estar perdendo por diferença de dois tentos.
Na primeira delas o Inter fez 2 a 0 no Fluminense, permitiu o empate mas Taison entrou e liquidou a partida com 2 gols. Depois o filme se repetiu, desta vez contra o São Paulo. Taison entrou aos 42 da etapa final e nada pode fazer. Nesse meio tempo teve clássico GRENAL, saímos na frente com gol do Nilmar Villareal (ainda não me conformo com a idéia...) e cedemos dois gols ao rival.

Neste sábado, primeiro tempo e 2 a 0 para o clube da Estrela Solitária. Sem Guiñazú, com D'alessandro irreconhecivel, com um ataque mal treinado e uma defesa... Sabe aquilo que eu falo do ataque gremista, que parece que a dupla que entra em campo não treina durante a semana?

A zaga Colorada parecia que havia sido apresentada MINUTOS antes do jogo! Pesada, lenta, sem atenção... Uma catástrofe!

- My nombre és Sorondo, "plazer"...
- E o meu é Álvaro, satixfação! Bolívarrr e Kléberrr, vamox manterrr a AGRESSIVIDADE hein rapaziada!


Mesmo com tudo isso, no segundo tempo o time chegou ao empate! Muito mais pelos erros e desatenções do Botafogo (natural para um time que abre dois gols de vantagem) do que pelos méritos das mexidas de Tite. Depois do empate o time Rubro voltou ao seu "modus operandi" fora de casa: retranca, balão pra achar um "contra golpe" e um SARAVÁ MEU PAI BATE NO COMPENSADO quando alguma bola é alçada n'área.

Burro sou eu!



Vitória merecida do Botafogo. Marcou muito, criou oportunidades de gol (mesmo que aos trancos e barrancos) e só não aproveitou mais porque falta um pouco de qualidade ao elenco. É um time com uma concepção de futebol bastante lúcida, apesar das dificuldades. Ou seja, sabe do que é capaz e o que precisa fazer para chegar ao resultado.
Notícias de última hora da CRISE NO ORIENTE GAUDÉRIO:

- Tite fica por motivos "plausíveis": viagem ao Japão vai arrumar a casa, motivos pessoais e possibilidade de REMOTIVAR o elenco;

- Vamos largar o Brasileiro no pior momento na tabela para disputar um torneio caça-níquel no Japão. Ao invés de encarar a crise de frente, o time vai piorar o condicionamento físico com viagens desgastantes;

- Mas as coisas começam a se resolver, entre aqui e veja o mais novo reforço Colorado! Agora vai!

Nilmar, Alex... THIAGO HUMBERTO???

domingo, 26 de julho de 2009

Plano Victor

Pela perpetuação (e não à venda) dos ídolos

Há dias falam em sondagens de clubes do exterior tentando tirar Victor e Réver do Grêmio.

Acho natural acontecer, já que os dois são jovens e estão em grande fase.

Então eu, na pele de Duda Kroeff, daria a maior cartada de “minha” gestão: deflagraria o “Plano Victor”.

Chamaria o goleiro e faria uma proposta de R$ 200 mil mensais (com possibilidade de aumento gradativo) e contrato de 10 anos.

Achou demais, um absurdo?

Então responda: onde o Grêmio achará goleiro igual se vender Victor?

Ele é ídolo da torcida, tem a cabeça no lugar, provavelmente seguirá na Seleção, está há dois anos mantendo-se em alta. Victor pode ser o Marcos do Grêmio. Ou o substituto de Danrlei, como preferir.

Pode parecer maluquice. Mas eu, se fosse o presidente, ao menos tentaria.

sábado, 25 de julho de 2009

Hora de crescer

Os "bonitinhos" da vez

O dia começou com Felipe Massa tomando uma feia no olho esquerdo e o Galvão querendo relembrar a morte do Senna pra dramatizar a cena.

E terminou com uma vitória tricolor e uma derrota colorada.

Depois de mais uma virada dentro do Olímpico, chegou a hora do Grêmio crescer e tornar-se um time que vence também fora de seus domínios.

O São Paulo, na próxima rodada (quinta-feira, 30, às 21 horas), com todo respeito, é o adversário ideal para tal. O Imortal cresce contra times grandes (geralmente os grandes jogam melhor entre si) e o Morumbi, históricamente, é um lugar de vitórias para o Grêmio.

É isso que tem que acontecer.

O Grêmio vem numa crescente. Mesmo que tenha jogado um “futebol de escritório” (gostei dessa, tchê) contra o Avaí, esteve bem postado, bem armado.

E contra o Santo André, apesar de ter mostrado algumas deficiências já conhecidas (perder gols feitos, por exemplo), teve gas pra virar e fazer 3 a 1, se dando o luxo de vacilar no último minuto e tomar o segundo.

Mas Marcelinho, por exemplo, foi anulado. O Grêmio também cuidou e não fez faltas próximo da área.

Mário Fujão e Adilson, outra vez, jogaram muito. Souza esteve inspirado (fez um gol de vinheta do Sportv), Herrera e Jonas estiveram perto de marcar e Rafa Marques, índio velho, tá pedindo passagem - "dormiu" no primeiro gol do Santo André, mas fez dois de cabeça pra compensar.

Ótimo! É o que eu dizia quando o Tricolor jogava com três zagueiros. E se machucasse um, quem entraria?

Agora sempre tem um (e de qualidade) sobrando.

Já o Inter, observei de ouvido e de canto de olho. Se eu repetir que a crise tá braba vai parecer corneta, mas juro, não é.

O time chegou a empatar (graças as alterações de Tite), mas tomou o terceiro. Que ziquizira!
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Veja os números do Grêmio no BR09

14 jogos

6 vitórias: Grêmio 2 x 0 Botafogo; Grêmio 3 x 0 Náutico; Grêmio 4 x 1 Atlético-PR; Grêmio 3 x 0 Corinthians; Grêmio 2 x 1 Inter; Grêmio 3 x 2 Santo André

3 empates: Grêmio 1 x 1 Santos; Fluminense 0 x 0 Grêmio; Grêmio 2 x 2 Goiás

5 derrotas: Atlético-MG 2 x 1 Grêmio; Vitória 1 x 0 Grêmio; Sport 3 x 1 Grêmio; Coritiba 2 x 1 Grêmio; Avaí 1 x 0 Grêmio

Gol (23 pró / 14 contra):
Maxi > 5
Jonas > 4
Souza > 4
Herrera > 3
Rafael Marques > 3
Réver, Tcheco, Fábio Santos, Alex Mineiro (já não joga mais no Grêmio) > 1
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**Adendos**

Jadilson: o banco é o seu lugar. Falam mal do Fábio Santos, mas o Jadilson não toca a bola, continua parecendo um guri com a redonda nos pés e sem ela não marca. Fábio Santos, na pior da hipóteses, ocupa o espaço melhor. Mas a situação ali, pela lateral-esquerda, não é boa.

Joilson: com Mário Fernandes crescendo cada vez mais na lateral-direita, Joilson tende a ser escalado no meio. Hoje entrou no lugar de Tcheco. E entrou razoavelmente bem. Tcheco também não fez uma partida espetacular, então, Joilson basicamente deu fôlego novo ao meio.