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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Mensagem

Ia escrever algo sobre o final do ano. Mas deixo algumas declarações do 10 colorado. Para reflexão de azules e rojos. A entrevista completa está aqui.

Andrés Nicolás D'Alessandro, um futebolista:

"Vejo jogos de Portugal, do Brasil, da Inglaterra. Ligo a TV e vejo futebol. Sou fanático, sou doente. Chego ao extremo de todos os dia ver futebol. Não me incomoda. Se hoje tem três jogos do Argentino, vejo todos. Se a gente joga domingo, na concentração, vejo jogos na TV. Gosto de ver futebol. Meu pai e minha mãe sempre gostaram muito também, aprendi com eles".

"Não poderia jamais jogar no Grêmio. É como se perguntasse se jogaria no Boca. É impossível. Não tem dinheiro que mexa com o carinho, o respeito e a relação que conquistei no clube. Já seria difícil sair do Inter para outro clube, imagina para o Grêmio. Não conseguiria. E para sair do Beira-Rio teria que ser algo muito bom para minha família e para mim".

"Atendo sempre ao torcedor. Consegui me adaptar com o torcedor em Porto Alegre. Tanto com o gremista quanto com o colorado. O gremista hoje me cumprimenta, para e me fala: 'Sou gremista mas gosto do teu futebol, tu jogas bem, gostaria que estivesse no meu time'. Isso é legal. Muito além da rivalidade, há algo universal, que é gostar do futebol. Tirar a camisa azul ou vermelha e gostar do futebol. Tem gente que consegue isso. Mas tem gente que não, é burra".

Equipe Grenalzito.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Guiñazu de peito aberto, por Alexandre Alliatti

"É iso ae fenômeno!"


Vale muito a pena ler esta entrevista com o capitão Colorado no globoesporte.com

Como foi sua infância em General Cabrera? O contato com a bola foi desde cedo?

- Veja só. Estou sentado aqui e tem uma piscina aquecida para as crianças na nossa frente. Lá fora, tem uma piscina de verão. Lá adiante, tem as quadras de tênis. E eu penso que não tinha isso quando criança para pular de um lugar para outro e não parar de brincar. Tenho que falar isso para meus filhos: “Aproveitem, porque às vezes a vida te dá isso.” Eu chutava bolas feitas com meias para jogar em qualquer espaço: dentro de casa, quando era noite, porque era frio, e minha mãe brigando com a gente, e na garagem, quebrando as coisas de luz e tudo. A bola sempre foi meu único brinquedo.

O torcedor do Inter tem idolatria por você. E costuma brincar dizendo que você não cansa, que não sente dor. Não deve ser bem assim...

- Claro que não. Outro dia, no domingo (depois do Gre-Nal), cheguei, sentei na frente da televisão e dormi, sem me mexer. Sinto muita dor. Acordo e não consigo me mexer. Fico dois, três dias assim. Porque não me importa se é final ou não. Se você jogar tênis comigo, vai suar o dobro. Não importa se vai ganhar de 6-0, mas vai suar. Para mim, sempre é possível virar.

Esse é "fenômeno"! E fará uma falta absurda hoje.

Mas é o dia! O dia para provar que o título, apesar dos pesares, pode ser VERMELHO!

Palpite? VITÓRIA RUBRA, seja como for!